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Entrevista‚ÄúComo era a vida no tempo do Estado Novo‚ÄĚ

Entrevistador: Filipe Santos Almeida

Tema: ‚ÄúComo era a vida no tempo do Estado Novo‚ÄĚ

Perguntas:

1- Como era a sua escola prim√°ria?

A minha escola primária só tinha 2 salas e 2 professores para os 4 anos. Uma professora para a 3ª classe e outra para os restantes anos. As aulas eram sobrelotadas, tinham muitos alunos.

 

2- Que matérias eram estudadas?

Geografia, Ciências, Português, Matemática e Religião Moral.

3- Havia divis√Ķes entre rapazes e raparigas?

Sim.

4- Havia castigos?

Havia, trabalhava a menina dos 5 olhos (a r√©gua) e a cana da √≠ndia. E esses castigos eram para quem n√£o fizesse os deveres, quem se portasse mal, fosse mal educado,…

5- Depois da escola trabalhava em casa?

Sim, sempre. Ajudava os meus pais nos trabalhos do campo, por exemplo, a apascentar as ovelhas, a apanhar comida para o gado, …

6- Tinha tempo para brincar?

Tinha, havia tempo para tudo.

7- Depois de terminar a escola onde trabalhou?

Continuei a trabalhar nas terras para ajudar os meus pais.

8- Quanto tempo trabalhava por dia?

De sol a sol.

9- O seu trabalho era muito exigente?

Sim, era um trabalho muito duro.

10- E as mulheres também faziam o mesmo trabalho?

Sim, as que trabalhavam na agricultura faziam o mesmo trabalho.

11- O ordenado dos homens era diferente do ordenado das mulheres?

No mesmo trabalho os homens ganhavam sempre mais do que as mulheres.

12-Quais as diferenças para si, mais relevantes, entre a sua época e a época atual?

No meu tempo n√£o havia eletricidade e por isso viv√≠amos muito ‚Äúfechados‚ÄĚ na aldeia, alheios ao que se passava no resto do mundo. Nos dias de hoje, com a r√°dio, a televis√£o e a internet sabemos o que se passa l√° fora.

No Estado Novo, o trabalho na agricultura era sobretudo um trabalho braçal que contava com a ajuda dos animais, hoje é um trabalho mecanizado o que o torna mais leve e rentável.

Muito obrigado pela atenção e também obrigado pela excelente entrevista que me proporcionou!

Trabalho realizado por:¬†Filipe Santos Almeida, 6¬ļA, n¬ļ5

 

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Entrevista √† minha av√≥ sobre a sua experi√™ncia como crian√ßa no tempo de Salazar

Realizei telefonicamente uma entrevista à minha avó que na data de 25 de Abril de 1974 tinha 14 anos e vivia em Lisboa. Falou-me essencialmente da escola.

“ No tempo da escola não me apercebi de estar no regime salazarista, para nós tudo era normal, fomos assim criados. As aulas eram dadas por uma professora e as turmas eram só de meninas ou só de meninos. Cumpríamos o horário, nas salas de aula havia a fotografia do Salazar e um crucifixo. Quando entrava algum adulto na sala de aula tínhamos de nos levantar sempre. Havia uma régua que era usada quando não  estudávamos ou se falássemos sem a Senhora professora mandar. Não podia haver qualquer falta de respeito ou educação para com os mais velhos ou para com a professora.

A n√≠vel familiar nunca os meus pais nos fizeram notar grande diferen√ßa, t√≠nhamos de tudo um pouco, n√£o havia abund√Ęncia nem hip√≥tese de desperdi√ßar nada (roupa, comida, livros, etc).

Havia a PIDE que era a pol√≠cia do estado, isto para as pessoas se portarem bem, n√£o falarem mal do regime. Se o fizessem prendiam-nas e desterravam-nas para o ‚Äú Tarrafal ‚ÄĚ ‚Äď pris√£o situada em Cabo Verde.‚ÄĚ

Entrevista efetuada por Rafaela Amaral, 6¬ļ A

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Liberdade ontem e hoje – Trabalhos de Cidadania e Desenvolvimento

¬† Na disciplina de HGP estamos a abordar o tema de ‚ÄúSalazar e a constru√ß√£o do Estado Novo‚ÄĚ. Esta √©poca √© caraterizada pela priva√ß√£o das liberdades individuais das pessoas, nomeadamente, a priva√ß√£o de liberdade por ideias, formas de express√£o, atitudes e comportamentos impostas pelo governo da √©poca. Foi um tempo dif√≠cil para muita gente.¬†

¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Hoje estamos privados de outras formas de liberdade e por outros motivos todo o mundo vive com uma amea√ßa √† sa√ļde pessoal e p√ļblica que p√Ķem em risco a nossa vida.¬†

¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† Faz um pequeno texto onde compares as raz√Ķes que levaram √† priva√ß√£o de liberdade das pessoas no Estado Novo e as que estamos a viver agora passados 46 anos do 25 de abril, que nos trouxe a liberdade.

O Estado Novo foi um regime pol√≠tico sob o qual os portugueses viveram, h√° cerca de 46 anos. Nessa √©poca, os portugueses n√£o tinham liberdade de express√£o, pagavam muitos impostos, n√£o tinham direito a boas condi√ß√Ķes na sa√ļde e na educa√ß√£o, tinham sal√°rios baixos, n√£o tinham direito √† greve nem direito de manifesta√ß√£o. Tamb√©m a cultura estava sujeita √† censura. Quem fosse contra o regime era perseguido, por vezes preso e torturado.¬†A priva√ß√£o de liberdade devia-se, por isso, ao regime ditatorial existente.

Nos dias que vivemos, desde o m√™s de mar√ßo, a priva√ß√£o da liberdade tem outra causa, trata-se de uma quest√£o de sa√ļde p√ļblica. Por causa do v√≠rus COVID-19 a liberdade, de praticamente todas as pessoas do mundo, est√° suspensa.¬†Estamos a viver numa √©poca em que s√≥ podemos sair para fazer compras no supermercado, na farm√°cia, para ajudar algu√©m com dificuldades ou por quest√Ķes de trabalho. N√£o √© permitida a aglomera√ß√£o de pessoas e todos devem estar em isolamento social.¬†Esta priva√ß√£o de liberdade n√£o se deve ao regime pol√≠tico em que vivemos, apesar de essas regras serem impostas pelo governo.

Filipe Santos Almeida 6¬ļA

 

O estado Novo come√ßou em 1926 durando at√© 1974. No Estado Novo era proibido dizerem mal do governo, fazendo isso as pessoas eram torturadas.¬†Havia tamb√©m o l√°pis azul proibindo as coisas que o governo achava relevantes e mostravam ideias contra o governo. Pessoas que eram analfabetas n√£o podiam votar nas elei√ß√Ķes.¬†Em 1974 houve a revolu√ß√£o de 25 de Abril que permitiu mesmo √†s pessoas analfabetas poderem votar, mas mesmo assim tinham de ter mais de 18 anos. As pessoas deixaram de ser torturadas por dizer mal do estado. Resumindo o meu texto a revolu√ß√£o de 25 de Abril trouxe toda a liberdade merecida para n√≥s.

Frederico, 6¬ļA

 

No século XX, há 46 anos atrás em Portugal quem mandava em Portugal era a ditadura do Estado Novo, mas principalmente o Marcelo Caetano que tinha substituído Salazar.

Neste momento quem manda em n√≥s √© o presidente da rep√ļblica e os representantes do governo.

Durante a ditadura tivemos privação de liberdade, era o tempo de Salazar.

No tempo de Salazar quem dissesse o que ele n√£o queria era torturado, na atualidade as pessoas podem dizer o que pensam, em liberdade.

A vida das pessoas portuguesas melhorou muito desde que o Salazar e os governantes que o seguiram foram retirados do poder, no 24 de abril de 1974.

Isaac, 6¬ļA

 

Nos tempos em que Salazar ainda era ditador, houve: aumento de impostos, para aumentar as receitas, reduzindo os gastos, sobretudo com a sa√ļde, a educa√ß√£o e os sal√°rios dos funcion√°rios p√ļblicos, para diminuir as despesas.

Em (1933-1974) começou a haver privação de liberdade, até que Salazar adoeceu.

Agora nós, estamos privados de liberdade, mas por causa do covid-19 e estamos em quarentena por causa desta pandemia mundial.

   Mas é muito diferente da ditadura de Salazar, agora também estamos privados de liberdade, estamos em estado de emergência, limitados às saídas para o exterior para não contagiar e nem ser contagiado.

Laura, 6¬ļA

 

O Estado Novo proibiu as greves, manifesta√ß√Ķes, os sindicatos foram controlados pelo governo. Refor√ßaram a censura nos jornais, r√°dio, televis√£o, filmes, teatros e outros espet√°culos enfim n√£o havia liberdade de express√£o. O objetivo da censura era para que a popula√ß√£o n√£o prejudicasse o regime ditatorial. Criaram a PIDE em 1945 Pol√≠cia Internacional de Defesa do Estado para vigil√Ęncia e defesa do Estado.¬†Eles torturavam e prendiam quem criticasse e se opusesse √† ditadura. Havia militantes e simpatizantes do partido comunista portugu√™s que era ilegal.¬†Milhares de pessoas foram presas e morreram na pris√£o do Tarrafal, em Cabo Verde.

Com o surto de Covid-19, foi proibida a sa√≠da das pessoas para o exterior das suas casas. As pessoas s√≥ podiam sair para tratar de necessidades b√°sicas. As sa√≠das tamb√©m est√£o a ser controladas pelo governo. Refor√ßaram-se as not√≠cias sobre o covid-19 nos jornais, r√°dio televis√£o e document√°rios para explicar tudo sobre este v√≠rus e o que se passa no mundo.O objetivo √© informar as pessoas do v√≠rus para n√£o contagiarem os outros nem a elas.¬†A GNR e a pol√≠cia tomaram medidas para controlar o movimento das popula√ß√Ķes, estamos agora privados de liberdade. Muita gente tem morrido no mundo por causa desta pandemia. Tal como no Estado Novo estamos agora privados de liberdade, mas por motivos diferentes.

Luna, 6¬ļA

 

Todos nós vivemos num mundo cada vez mais dependente das tecnologias e internet.  Penso que o 25 de abril deve ser relembrado com orgulho pois, durante a ditadura a vida era dependente de trabalho e do silêncio, agora pelo menos, com os telemóveis e internet, podemos exercer livremente o nosso direito de expressão, apesar de confinados à nossa residência.

Mariana, 6¬ļ A

 

Quando Salazar entrou no poder mandou elaborar uma nova constitui√ß√£o, a constitui√ß√£o de 1933 e nela dizia que ‚ÄúLeis especiais regular√£o o exerc√≠cio da liberdade de express√£o, de ensino, de reuni√£o e de associa√ß√£o devendo[…] impedir[…] a pervers√£o da opini√£o p√ļblica‚Ä̬† ou seja ningu√©m no tempo de Salazar tinha Liberdade.¬†Salazar tinha medo de que sa√≠sse alguma coisa de mal sobre o Estado Novo, por isso come√ßou a censurar os jornais e criou a PIDE.

Atualmente toda a gente tem as suas liberdades e √© livre de dizer o que quer gra√ßas aos soldados que no dia 25 de abril de 1974 se aventuraram e marcharam at√© Lisboa para p√īr fim ao Estado Novo e assim come√ßar a democracia.

Maria, 6¬ļ A

 

Durante a ditadura de Salazar, a vida do povo era muito dura, havia a censura.¬† Os meios de comunica√ß√£o eram minuciosamente vigiados, os m√ļsicos e escritores eram expressamente proibidos de publicar as obras que eram autores e n√£o existiam elei√ß√Ķes. Existia a PIDE que era a¬†pol√≠cia pol√≠tica.

Relativamente ao trabalho infantil, os jovens a partir dos 7 anos de idade eram obrigados a pertencer a uma organiza√ß√£o militarista de juventude (Mocidade Portuguesa). Nesta organiza√ß√£o, os jovens eram obrigados n√£o s√≥ a marchar fardados como soldados, como fazer sauda√ß√£o nazi.¬† N√£o tinham liberdade de express√£o, n√£o tinham direito √† educa√ß√£o e √† sa√ļde, existiam presos pol√≠ticos. A forma de vida da popula√ß√£o era controlada.

Atualmente, n√£o podemos sair de casa devido a uma pandemia com o nome de covid-19 que teve origem na China, espalhando-se rapidamente quase pelo mundo inteiro.

Milh√Ķes de pessoas foram infetadas e outras acabaram por morrer. Este v√≠rus est√° a afetar mais a popula√ß√£o idosa e pessoas com doen√ßas cr√≥nicas.¬† O governo foi obrigado a decretar o estado de emerg√™ncia, recomendando √† popula√ß√£o¬†n√£o sair de casa para que este micr√≥bio n√£o se espalha mais. A forma de cont√°gio √© atrav√©s de¬†um simples toque, abra√ßo, beijo por isso somos obrigados a ficar resguardados em casa.

Martim, 6¬ļ A

 

Antigamente havia priva√ß√£o de liberdade, pois Salazar foi apoderando-se dos poderes do presidente da Rep√ļblica.

Também tomou algumas medidas, tais como a criação da PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado), que tinha como objetivo torturar e aprisionar quem dissesse mal dessa ditadura. A Assembleia Nacional limitava-se a aprovar as leis apresentadas pelo governo, ou seja, Salazar fazia as leis que quisesse e todos tinham que o obedecer.

Agora, toda a gente é livre na medida dos possíveis, mas neste momento não somos totalmente livres, porque existe um vírus muito contagiante que pode levar à morte designado por COVID-19 ou simplesmente coronavírus.

Matias, 6¬ļ A

 

As raz√Ķes que levaram √† priva√ß√£o de liberdade das pessoas no Estado Novo foi a ditadura que fazia as pessoas ficarem em casa por problemas pol√≠ticos.

As raz√Ķes que levaram √† priva√ß√£o das pessoas atualmente √© por causa do Coronav√≠rus.

Não podemos sair de casa para não apanhar essa doença mas, podemos expressar-nos livremente.

Diogo, 6¬ļ A

 

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Liberdade ontem e hoje – Trabalhos de Cidadania e Desenvolvimento

Na disciplina de HGP estamos a abordar o tema de ‚ÄúSalazar e a constru√ß√£o do Estado Novo‚ÄĚ. Esta √©poca √© caraterizada pela priva√ß√£o das liberdades individuais das pessoas, nomeadamente, a priva√ß√£o de liberdade por ideias, formas de express√£o, atitudes e comportamentos impostas pelo governo da √©poca. Foi um tempo dif√≠cil para muita gente.¬†

¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Hoje estamos privados de outras formas de liberdade e por outros motivos todo o mundo vive com uma amea√ßa √† sa√ļde pessoal e p√ļblica que p√Ķem em risco a nossa vida.¬†

¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†Faz um pequeno texto onde compares as raz√Ķes que levaram √† priva√ß√£o de liberdade das pessoas no Estado Novo e as que estamos a viver agora passados 46 anos do 25 de abril que nos trouxe a liberdade.

No tempo de Salazar a Pide estava em todo o lado a ver que falava mal do governo, mas agora j√° n√£o existe a Pide.

Nos tempos de agora ninguém é preso por falar mal do governo. Estamos impedidos de circular, mas podemos expressar-nos livremente.

Anais, 6¬ļ B

 

Durante o Estado Novo as pessoas n√£o tinham nem liberdade de express√£o nem liberdade em nenhum aspeto. As pessoas eram controladas pela PIDE.

Havia muita desigualdade entre as pessoas, os ricos eram muito ricos e os pobres eram os ‚Äúescravos‚ÄĚ deles e trabalhavam s√≥ para comer.

Atualmente estamos a viver um período sem liberdade derivado a um vírus, que para nossa proteção, temos de estar em casa. Podemos dizer o que nos apetece, falarmos com quem queremos através das novas tecnologias. Eu, tenho em casa tudo o que me faz falta.

As duas faltas de liberdade são realidades totalmente diferentes, a todos os níveis (económicos/financeiros, de expressão e liberdade de livre circulação, etc…) e a de hoje, passará depressa e ficará tudo bem, comparando com a do Estado Novo.

Francisco Rodrigues, 6¬ļ B

 

Liberdade no Estado Novo

Durante o Estado Novo, as pessoas não tinham liberdade.   Como era Salazar a governar era ele que fazia as leis, então toda a gente tinha de lhe obedecer. Ele tinha muito poder e como queria ficar a mandar no país, proibiu a existência de outros partidos, reforçou a censura, proibiu que falassem mal da política dele e mandou prender, e torturar toda a gente que não cumpria as regras. Sendo assim, as pessoas não tinham liberdade de expressão, de pensamento, de gosto, de vestuário, etc.

Liberdade agora

¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Agora, surgiu uma pandemia, que nos priva de algumas liberdades.¬†¬†Em 2019 surgiu o coronav√≠rus (covid-19), que √© uma doen√ßa muito contagiosa. Para n√£o a apanharmos temos que ficar em casa e s√≥ sair √† rua quando √© mesmo necess√°rio.¬†Quando sa√≠mos temos que manter dist√Ęncia uns dos outros de um metro e meio, dois metros, temos que usar m√°scara se poss√≠vel evitar tocar em muitas coisas; quando chegamos a casa evitamos tocar em algu√©m e em coisas, antes de nos irmos lavar e trocar de roupa.¬†Sendo assim, n√£o temos a liberdade de nos juntarmos e de estar fora de casa.

Mafalda, 6¬ļ B

 

 

 

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Semana dos Afetos

 

Na Escola Ferreira Lapa entre os dias 10 e 14 de fevereiro, comemora -se a semana dos afetos. O tema abordado em aulas de Cidadania e Desenvolvimento pretendeu contribuir para a reflexão e tomada de consciência da diversidade de sentimentos e afetos, promovendo nos nossos alunos um reforço na autoestima, na assertividade, no respeito por si próprio e pelo outro. Os afetos têm a ver com aquilo que nos afeta, são algo de que somos dotados, são tendências para responder positiva ou negativamente a experiências emocionais relacionadas com as pessoas ou objetos.

Ter afetos é ser dotado da capacidade de dar e de receber, de amar e de ser amado, de perturbar e de ser perturbado.

Os afetos exprimem-se atrav√©s das emo√ß√Ķes e t√™m uma liga√ß√£o especial com o passado, com as experi√™ncias e viv√™ncias com as pessoas, objetos, ambientes e ideias.

Cada turma da escola abordou o tema interpretando-o de diferentes formas. O √°trio da escola foi decorado, apelando a todos a adotarmos comportamentos e atitudes mais afetuosas no nosso dia a dia da escola.

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Exposição de trabalhos

Chegado o final do per√≠odo, a Escola B√°sica Ferreira Lapa proporciona exposi√ß√Ķes de trabalhos, quer na entrada da escola, quer nos diversos corredores. Foram expostas as fotos tiradas pelos alunos do 5¬ļ e 6¬ļ ano e um rio com trutas corre na entrada, ladeado por v√°rios montes, enfeitados com pres√©pios, produzidos pelas turmas que quiseram aderir a esta iniciativa. Pretendia-se relembrar o tema do projeto mas tamb√©m reviver a tradi√ß√£o de fazer o pres√©pio com o musgo verdinho colhido nas matas.

Aqui ficam os registos fotogr√°ficos desta iniciativa.