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Semana da Fam√≠lia – Hist√≥ria e Geografia de Portugal

Família no Estado Novo e Família atual

      Durante o Estado Novo havia muitas regras, especialmente em relação à família.

A mulher era tratada como um ser inferior ao homem, n√£o podia votar, n√£o podia ser ju√≠za, diplomata, militar ou pol√≠cia. Para trabalhar no com√©rcio, sair do pa√≠s, abrir conta banc√°ria ou tomar contracetivos, a mulher era obrigada a pedir autoriza√ß√£o ao marido. Ganhava quase metade do sal√°rio pago aos homens, governava a casa, tomava conta dos filhos e era dependente do homem, tinha falta de liberdade. O homem era o chefe da fam√≠lia, sendo ele a tomar todas as decis√Ķes importantes. Era o homem que trabalhava e pagava as contas.

Ser o outro sexo, estar em segundo plano, ou mesmo em terceiro, ter um papel definido pelo dominador, obedecer sempre e deixar-se violentar sempre.

¬†¬†¬†¬†¬† No pa√≠s do Estado Novo a¬†mulher existia para ser a m√£e extremosa, a esposa dedicada, uma verdadeira fada do lar. Desde pequenina que era treinada para ser assim, submissa ao poder patriarcal do pai, do irm√£o e, mais tarde, do marido. O √ļnico futuro que podia ambicionar era o de fazer um bom casamento que garantisse o sustento da fam√≠lia, custasse o que custasse, at√© ao dia que as mentalidades come√ßaram a evoluir. A industrializa√ß√£o levou a mulher para fora de casa, mas, a verdade, √© que um contrato de trabalho valia menos do que um contrato nupcial.

      Na história das mulheres há desigualdade, discriminação e muita violência. A libertação, a luta pelos mesmos direitos Humanos do homem, é dura e longa e, ainda hoje não chega a todas as casas nem a todas as mentalidades. Foi o que aconteceu em Portugal, durante 48 anos.

¬†¬†¬†¬†¬† ¬†Estas e outras leis foram rasgadas no 25 de Abril, quando, um ano depois da revolu√ß√£o, os direitos das mulheres ficaram consagrados na Constitui√ß√£o da Rep√ļblica

¬†¬†¬†¬†¬† As defini√ß√Ķes de fam√≠lia e das obriga√ß√Ķes familiares, t√™m mudado ao longo do tempo, em resposta a diferentes contextos sociais, econ√≥micos e pol√≠ticos.

      Atualmente as mulheres são vistas como cidadãs, sujeitas de direitos e deveres.

Na fam√≠lia a mulher tem os mesmos direitos do marido ou companheiro, com rela√ß√£o √†s decis√Ķes que devem ser tomadas referentes aos filhos e √† fam√≠lia. Os trabalhos dom√©sticos devem ser divididos entre ambos, de comum acordo.

No trabalho, uma mulher n√£o pode, como trabalhadora, receber menos que um homem, para fazer o mesmo trabalho.

Na sociedade, mulheres e homens devem ser tratados com igual respeito em qualquer situação e ambiente social.

Mafalda Duarte 6¬ļD N¬ļ12

 

 

 A Família no Estado Novo 

No Estado Novo, o modelo de família era tradicional: pai, mãe e filhos.

A mulher era tratada como um ser inferior ao homem, o homem era o chefe de família.

Eram as mulheres que governavam a casa e quem mandava eram os maridos, estas para saírem do país necessitavam da sua autorização. As mulheres tinham que obedecer sempre aos maridos. Este modelo de família passava de mães para filhas, sendo muitas vezes discriminadas e alvo de violência. A mulher existia para ser mãe, uma esposa dedicada e uma verdadeira fada do lar, sem qualquer tipo de direitos.

Desde¬†muito pequenas que as mulheres eram educadas para serem submissas ao poder patriarcal do pai, do irm√£o e mais tarde, do seu marido. O √ļnico futuro que podiam ambicionar era um bom casamento para garantir o sustento familiar.

As famílias eram numerosas de forma a haver mais braços para ajudar no cultivo das terras.

Não havia liberdade de escolha, um filho não se atrevia a contestar o pai, nem este entrava em certas intimidades com ele, sem grandes laços afetivos nem demonstração de sentimentos.

As esposas estavam sempre subordinadas aos seus maridos, e os jovens aos mais velhos.

 

A família nos tempos atuais 

 

Atualmente, existem várias formas de organização familiar: agregados de famílias monoparentais e famílias unipessoais, sendo importante a liberdade individual.

As fam√≠lias s√£o, hoje em dia, dominadas pela afetividade, o amor rom√Ęntico, conjugal e parental.

A mulher tem cada vez menos filhos e cada vez mais tarde, porque agora pode estudar e ter uma carreira profissional.

Na escolha dos¬†c√īnjuges prevalece as prefer√™ncias pessoais de cada um.

A família tradicional é substituída pela família conjugal, unida por laços emocionais com grande preocupação com a educação dos filhos.

Na sociedade atual a esposa trabalha fora de casa tal como o marido e, os dois progenitores, passam a ter os mesmos papéis.

A fam√≠lia √© um mundo privado de realiza√ß√Ķes pessoais, onde impera o carinho, a afetividade, prote√ß√£o e est√≠mulo √† educa√ß√£o e forma√ß√£o.

Na família conjugam-se vários interesses, trabalho, amor e a liberdade para prosseguir objetivos pessoais.

As famílias passam, nos dias de hoje, a dar às crianças um lugar central, na orientação da afetividade de todos os elementos da família.

Martim Amaral-6¬ļ- C, n¬ļ- 14

Família no Estado Novo VS Família atual

 

Designa-se por fam√≠lia o conjunto de pessoas que possuem grau de parentesco entre si e vivem na mesma casa formando um lar. Uma fam√≠lia tradicional √© normalmente formada pelo pai e m√£e, unidos por matrim√īnio ou uni√£o de fato, e por um ou mais filhos, compondo uma fam√≠lia nuclear ou elementar.

Há muitos deu-se o Estado Novo (ditadura) que foi chefiada por António de Oliveira Salazar (Salazar).

Nessa época as mulheres não podiam trabalhar sem autorização do marido, muito menos viajar, o marido tinha até o direito de abrir a correspondência delas. A mulher não tinha direitos antes do 25 de abril! Os homens mandavam, as mulheres obedeciam! Dizia o Código Civil de 1966: “O marido é o chefe da família, competindo-lhe nessa qualidade representá-la e decidir em todos os atos da vida conjugal comum (…).

Também não só as mulheres sofriam, mas as famílias, devido á guerra colonial estavam separadas. Não havia muita comunicação apenas algumas cartas.

Já percebemos que naquela época era tudo muito difícil, até que no dia 25 de Abril de 1974 houve liberdade para toda a gente e tudo mudou!

Diz a Constitui√ß√£o, desde 1976: ‚ÄúTodos os cidad√£os t√™m a mesma dignidade social e s√£o iguais perante a lei‚ÄĚ.

Antigamente, a vida das fam√≠lias era mais simples e tranquila, n√£o existia a correria que vemos hoje em dia. As pessoas andavam a p√©, pois quase n√£o existiam carros. As crian√ßas podiam brincar nas ruas e cal√ßadas, pois n√£o havia perigo de acidentes ou assaltos. Os vizinhos todos os dias se reuniam nas varandas de suas casas para conversar enquanto as crian√ßas brincavam. Hoje temos centenas de autom√≥veis e v√°rios transportes. A crian√ßa deixou de brincar na rua, para estar a frente do computador, ver televis√£o…

A família dos dias de hoje é uma família em que cada pessoa tem direito á sua felicidade e aos seus direitos. Na família moderna a mulher vai trabalhar, tem os mesmo direitos que o homem.

Com este trabalho podemos concluir que o conceito de família foi evoluindo ao longo dos tempos! Tal como o papel da mulher!

 

Matilde,n¬ļ 15 6¬ļC

 

 

 

 

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Portugu√™s- 6¬ļ A e 6¬ļ B – Oficina de Escrita- Descri√ß√£o de espa√ßos

Os alunos foram convidados a escrever um pequeno texto, descrevendo o espaço que os rodeava e o que podiam observar da sua janela.

Na descri√ß√£o do espa√ßo deviam usar alguns recursos expressivos, as sensa√ß√Ķes e, de alguma forma, referirem o que ouviam, sentiam, pensavam‚Ķ

Divulgamos os textos escolhidos pelos alunos da turma.

 

No 6¬ļ A‚Ķ

Da minha janela vejo um espaço muito bonito.

À primeira vista o verde da Serra do Sátão predomina na paisagem.

Vejo alguns prédios e casas que ocupam a zona onde vivo. De vez em quando, os corvos sobrevoam e pousam nos telhados. Quando emitem sons parecem estar a reclamar comigo.

Nestes √ļltimos dias, em que h√° pouco movimento nas ruas, ou√ßo o barulho dos p√°ssaros, de muitas andorinhas, e, √†s vezes, o vento a abanar as √°rvores em redor da minha casa.

Quando saio para a varanda as andorinhas parecem querer arrancar-me os cabelos.

Gosto do lugar onde vivo, apesar de que, nestes dias de isolamento, gostava que a minha casa tivesse um jardim e um quintal para poder brincar na rua. Sinto-me um bocado prisioneiro…

Filipe Almeida

 

Da minha varanda vejo uma floresta, um amplo arvoredo verdejante, repleto de pinheiros e carvalhos com copas altas onde os passarinhos pousam para repousar.

No lado sul, alguns telhados avermelhados despontam no meio das árvores. No limite da vegetação corre um pequeno ribeiro ladeado de lages onde eu costumo ir caminhar.

Esta floresta alegra a minha aldeia.

Isaac Fonseca

 

 

 

Olhando pela janela vejo um enorme jardim dividido ao meio por um estreito passeio de paralelos. Do lado direito do jardim existe um medronheiro, dois azevinhos, uma laranjeira, um limoeiro, uma tangerineira, um abrunheiro, umas belas coroas de rei e uns lindíssimos gladíolos. Junto ao muro existe uma linda fila de cedros verdes e bonitos.

Do lado esquerdo há á um largo caminho de paralelos que termina num portão. Ao longo desse caminho há um canteiro com jarros, um tronco de castanheiro seco, que tem um ar muito engraçado e junto das suas raízes umas pequeninas hortênsias que ainda não têm flor, mas que dão um ar muito engraçado ao canteiro. Existem também uma belas rosas que no verão quando caem enchem o chão de pétalas e fica tudo a parecer ser mágico.

Para l√° do muro, e da fila de cedros, avisto uma mata com belas √°rvores, carvalhos, cerejeiras, eucaliptos, pinheiros e castanheiros…, √© tanta vegeta√ß√£o bela para observar e tanto ar puro para respirar!

No jardim há sempre pássaros a passear, alguns parece que estão a jogar às apanhadas. Por vezes, também aqui vem o gato da vizinha, dá uns passeios, brinca connosco e volta para sua casa.

Sinto-me t√£o bem aqui!

Maria Gomes

 

  

A minha casa fica numa rua sem saída, rodeada de várias casas quase todas iguais, todas elas com lindos jardins perfumados e com um pequeno parque no final da rua que tem duas mesas de pedra e algumas árvores.

A frente da casa está virada para a Serra do Sátão, repleta de grandes pinheiros verdes iluminados pelos raios de sol, onde fica a antiga casa do guarda-florestal. Daqui conseguimos ouvir o pequeno riacho que passa entre moinhos degradados. A paisagem é salpicada por outras casas, alguns castanheiros e campos de cultivo.

Da janela do meu quarto vejo a casa e o quintal da minha vizinha, onde ela tem batatas, cebolas, feijão, couves, alfaces, cenouras, algumas oliveiras e cerejeiras das quais já tive o privilégio de me deliciar com as suas cerejas vermelhas e docinhas. Também vejo bastantes casas e prédios da parte de baixo da vila de Sátão.

Sinto-me privilegiada com a bela paisagem que rodeia a minha janela, tenho um bocadinho de tudo e até consigo ouvir o chilrear de vários tipos de pássaros.

Rafaela  Amaral

 

 

No 6¬ļ B‚Ķ

 

Da minha janela observo um jardim pequeno, mas cheio de flores:  lírios, jarros, coroas, roseiras e muito mais.

O jardim está cercado por uma grade e em cima de um muro. Esse muro pequeno   está coberto de musgo.

Do lado esquerdo desse jardim, vejo um port√£o grande e verde, uma oliveira e um caminho de relva.

Quando olho, deparo-me com um solar velho, mas cheio de história. Este solar apresenta-se com vidros partidos, portas de madeira como se tivessem sido derrubadas, telhas partidas, umas grandes escadas e, o principal, que se destaca dessa imagem, o brasão da família Machado.

Rita Arrais

 

Estou sentada na minha secretária, a trabalhar, e observo livros à minha volta, muitos livros.

Mesmo ao lado da minha secretária está a minha varanda, semiaberta, com cortinados cor-de-rosa, que esvoaçam com a leve brisa do vento. Da minha varanda, consigo ver a minha escola, vista daqui é muito maior do que imaginava, há muitas árvores e ouço pássaros a cantar.

Um bocado mais ao lado, tenho o meu arm√°rio que est√° a ser desenhado/pintado por mim, para ocupar o tempo. Ao lado do arm√°rio est√° a minha cama (que chia muito), seguida pelo meu poof cor-de-rosa e as minhas estantes brancas.

Nas minhas estantes tenho um coelho de peluche com um alfinete, v√°rios perfumes e uma caixa de m√ļsica. Quando a abro e giro um pequeno objeto, come√ßa a tocar uma m√ļsica e uma bailarina come√ßa rodopia ao som dessa melodia.

Perto de mim tenho um móvel para guardar roupas e em cima dele estão guardados alguns trabalhos da escola: um comedouro de pássaros, fichas e uma caixa com o desenho de uma flor que tem colares e pulseiras.

Mariana Coimbra

 

 

Estou no meu quarto. O meu quarto √© grande e espa√ßoso. √Ä frente da porta, h√° uma grande janela, com muita luz, uma secret√°ria branca e uma cadeira; do lado esquerdo h√° um espelho, um bengaleiro e dois pequenos quadros, de inf√Ęncia na parede; do lado direito h√° um grande arm√°rio. √Ä frente do arm√°rio est√° uma cama branca, muito confort√°vel com uma colcha cor-de-rosa, e duas mesinhas de cabeceira ao lado, cada uma com um candeeiro.

Da minha janela vejo várias casas, muita vegetação, desde árvores a flores e o céu com várias nuvens.

Ouço o barulho da televisão da sala, do computador a trabalhar e o som que faço quando toco nas teclas do computador.

Sinto-me relaxada, concentrada e alegre.

Mafalda Frias

 

 

Estou em minha casa e da minha janela vejo o meu jardim.

Vejo, na relva verde, as primeiras flores da primavera a começarem a crescer, muito belas e perfumadas e, logo a seguir, o meu parque com o pequeno escorrega, três baloiços, um banco de madeira e uma rede pendurada em dois postes de madeira.

No céu azul, veem-se nuvens enormes e um sol amarelo e brilhante.

Vejo tamb√©m as minhas √°rvores, todas elas de diferentes frutas, lim√Ķes, laranjas, ma√ß√£s, rom√£s, cerejas e muitas mais.

Ouço o som dos pássaros a voarem e o dos tratores a trabalharem nas terras.

Penso que está um lindo dia de primavera. Sinto-me feliz e apercebo-me de que a vista da minha janela é maravilhosa.

 

Maria Granja

  


Profª Rosa Quinteiro

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Exposição de trabalhos

Chegado o final do per√≠odo, a Escola B√°sica Ferreira Lapa proporciona exposi√ß√Ķes de trabalhos, quer na entrada da escola, quer nos diversos corredores. Foram expostas as fotos tiradas pelos alunos do 5¬ļ e 6¬ļ ano e um rio com trutas corre na entrada, ladeado por v√°rios montes, enfeitados com pres√©pios, produzidos pelas turmas que quiseram aderir a esta iniciativa. Pretendia-se relembrar o tema do projeto mas tamb√©m reviver a tradi√ß√£o de fazer o pres√©pio com o musgo verdinho colhido nas matas.

Aqui ficam os registos fotogr√°ficos desta iniciativa.

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(Con)Viver com os livros – continua√ß√£o

O nosso cantinho na sala de conv√≠vio da Escola B√°sica Ferreira Lapa est√° cada vez mais bonito e confort√°vel. Agora j√° tem sof√°s e telas decorativas elaboradas pelos alunos do 5¬ļA e B. Cada grupo de trabalho foi o respons√°vel por uma das obras de arte que v√£o decorar a sala de conv√≠vio enchendo-a de cor e alegria, como todas as escolas devem ser. As telas foram decoradas tamb√©m com restos de pap√©is, bot√Ķes e outros materiais que teriam como destino o lixo. Com pap√©is velhos tamb√©m se fizeram borboletas que, presas num fio de coco, voam do teto da sala de conv√≠vio.

√Č ver os alunos sentados no sof√° com um livrinho na m√£o e, √†s vezes, tamb√©m com o telem√≥vel. Esquecem-se que √© um cantinho da leitura. Mas vamos perdoando. Afinal, o que interessa √© que se sintam felizes e confort√°veis.

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(CON)VIVER COM LIVROS – Um espa√ßo informal de leitura

A  ligação ao mundo que nos rodeia levou-nos à sala de convívio da nossa escola. Entre as várias propostas dos alunos destacou-se a de tornar a sala de convívio mais apelativa, tendo-se  sugerido que fosse colocado, nesse espaço, um armário com livros que os alunos pudessem utilizar nos tempos livres.

Partindo desta √ļltima sugest√£o, os alunos do 5¬ļ A e B puseram m√£os √† obra. Uns trouxeram livros que j√° tinham lido, outros uma carpete usada para colocar no ch√£o. Alguns fizeram o regulamento de utiliza√ß√£o daquele espa√ßo e outros passaram um aviso nas turmas para explicar o objetivo daquele a que chamaram ‚Äú(Con)Viver com livros‚ÄĚ.

De acordo com o regulamento, a sua função é proporcionar o enriquecimento cultural e desenvolvimento intelectual dos alunos com os seguintes princípios:

– estimular nos alunos, o prazer de ler;

Рtornar possível o espírito de partilha;

– desenvolver nos alunos, o h√°bito de cuidar dos bens comuns;

Рassociar a Leitura à ocupação dos Tempos Livres.

Foram feitos vários desenhos para decoração e a Loja Solidária do Agrupamento contribuiu com a compra de almofadas coloridas.

Este espaço de leitura informal está pronto e todos os alunos da Escola Básica Ferreira Lapa podem usufruir de boas leituras e, ao mesmo tempo, podem doar livros para esta comunidade de leitores desejosos de novas leituras/aventuras.

Este trabalho na sala de convívio é para continuar.

Aguardem pelas próximas notícias.

Aqui ficam os registos fotogr√°ficos.

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Depois de Reutilizar… Reciclar

¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† Terminada a √©poca natal√≠cia √© tempo de retirar os enfeites, separar o lixo e coloc√°-lo no respetivo local de recolha, num ecoponto perto da escola.¬† Os alunos verificaram as cores diferentes dos ecopontos conforme o tipo de lixo e foi no ecoponto amarelo que depositaram os pl√°sticos coloridos, utilizados para revestir as bolas de Natal, j√° desgastadas pelo tempo. Estas voltaram a ser guardadas. Quem sabe n√£o encontraremos outra oportunidade para lhes dar uso. J√° diziam os antigos: ‚Äúguarda o que n√£o presta e encontrar√°s o que precisas‚ÄĚ.