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6¬ļB – Dia da Crian√ßa ‚Äď Viola√ß√£o dos direitos da Crian√ßa ‚Äď Cidadania e Desenvolvimento

Para assinalar o Dia da Crian√ßa foi proposto √† turma uma reflex√£o sobre situa√ß√Ķes de viol√™ncia que observamos diariamente em not√≠cias com crian√ßas. Todos temos experi√™ncias de situa√ß√Ķes que se passam √† nossa volta e de not√≠cias que os meios de comunica√ß√£o referem diariamente.

Assim num trabalho coletivo de turma, atrav√©s do di√°logo com os alunos, foram abordadas algumas situa√ß√Ķes que todos temos observado.

H√° crian√ßas de pais separados em que o pai n√£o quer que fale com a m√£e, ou a m√£e n√£o quer que fale com o pai. Os pais argumentam que o que foi embora de casa j√° n√£o gosta da crian√ßa. (viola√ß√£o do artigo 9.¬ļ¬†‚Ästsepara√ß√£o dos pais).

O tribunal muitas vezes decide sobre a vida das crian√ßas e ningu√©m falou com elas para perceberem o que pensam ou sentem. (viola√ß√£o do artigo 12.¬ļ ‚Äď opini√£o da crian√ßa).

Crian√ßas fugidas da guerra, algumas sem a fam√≠lia, outras crian√ßas fugiram com o pai, deixando m√£e e irm√£os, sem saberem se est√£o vivos. (viola√ß√£o do artigo 22.¬ļ ‚Äď crian√ßas refugiadas).

H√° pais que batem nos filhos e alguns chegam a mat√°-los. (viola√ß√£o do artigo 19.¬ļ ‚Äď prote√ß√£o contra maus tratos, morte e neglig√™ncia).

Todos os dias, depois da escola, muitas crian√ßas s√£o obrigadas a ajudar os pais ou familiares a trabalhar no campo ou em outras atividades. Estas crian√ßas n√£o estudam nem podem brincar. (viola√ß√£o do artigo 31.¬ļ ‚Äď lazer, atividades recreativas e culturais).

Muitas crian√ßas sentem dificuldades na escola e √†s vezes n√£o t√™m professores especializados para as puderem ajudar.¬† (viola√ß√£o do artigo 23.¬ļ ‚Äď crian√ßas portadoras de defici√™ncia).

Crian√ßas ou adultos muitas vezes tiraram fotografias com o telem√≥vel e agora est√£o na internet, (alguns amigos gozam comigo agora). (viola√ß√£o do artigo 16.¬ļ ‚Äď prote√ß√£o da vida privada).

H√° crian√ßas que esperam muito tempo para serem adotadas e, por isso, vivem em casas de acolhimento com outras crian√ßas desde muito pequenas. (viola√ß√£o do artigo 21.¬ļ ‚Äď ado√ß√£o).

Quando h√° crian√ßas, discriminadas pela cor, sexo, l√≠ngua, religi√£o ou opini√£o, os direitos das crian√ßas devem ser garantidos. (viola√ß√£o do artigo 2.¬ļ ‚Äď n√£o discrimina√ß√£o).

Pais que rejeitam os filhos √† nascen√ßa esquecem o direito √† alimenta√ß√£o, habita√ß√£o, assist√™ncia m√©dica adequada, educa√ß√£o‚Ķ (Artigos 20¬ļ e 21¬ļ¬†‚Äď Os Estados devem perante estas situa√ß√Ķes, assegurar, uma prote√ß√£o alternativa, √† crian√ßa que fica privada do seu ambiente fam√≠liar, de acordo com o interesse superior da crian√ßa).

Muitos testemunhos, foram dados pelos alunos focando viola√ß√Ķes dos direitos das crian√ßas de casos que observam √† sua volta e dos que ouvem diariamente nas not√≠cias e que n√£o cabem nesta reflex√£o que fizemos durante esta aula de Cidadania e Desenvolvimento. Todos devemos estar atentos e denunciar as situa√ß√Ķes que achamos estar a violar os Direitos das Crian√ßas.

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Semana da fam√≠lia – 6¬ļ A e 6¬ļ B – Educa√ß√£o Visual e Cidadania e Desenvolvimento

No dia 15 de maio comemorou-se o dia internacional da fam√≠lia. Os alunos foram desafiados a realizar trabalhos pl√°sticos em Educa√ß√£o Visual, recriando a fam√≠lia, escrevendo ainda algumas frases que refletissem a import√Ęncia da fam√≠lia e o que ela representa em cada um. Esta reflex√£o sobre a fam√≠lia foi desenvolvida em articula√ß√£o com Cidadania e Desenvolvimento. Cada um √† sua maneira representou a fam√≠lia de uma forma criativa e original.

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6¬ļB – Trabalhos realizados em Cidadania e Desenvolvimento sobre a comemora√ß√£o do 1¬ļ de maio

Em 1886, os trabalhadores n√£o tinham direitos.

Os patr√Ķes, queriam ficar ricos, e s√≥ pensavam em dinheiro, portanto, os trabalhadores deviam trabalhar muito e durante muitas horas.

Eles trabalhavam de manhã à noite e para além de não ganharem muito dinheiro, não tinham pausas, não podiam ir à casa de banho nem para comer.

No dia 1 de maio de 1886 os trabalhadores revoltaram-se.

Três anos mais tarde, em 1889, eles reuniram-se e decidiram que aquele dia era para comemorar, o Dia do Trabalho.

A partir desse dia os trabalhadores come√ßaram a lutar pelos seus direitos, e os patr√Ķes passaram a n√£o ser t√£o duros com os seus trabalhadores.

     Mafalda Sousa de Frias                                       

 

 

Naquela altura, os trabalhadores trabalhavam demais e, por isso, andavam muitas vezes cansados.

Os patr√Ķes exigiam demais deles e s√≥ pensavam no dinheiro que iam ganhar para ficarem ricos.

Então, o dia 1 de maio comemora-se em homenagem ao esforço dos trabalhadores que, naquele dia, saíram à rua para reclamar os seus direitos.

Maria Granja Carvalho Pereira Amaral          

 

 

Um dia os trabalhadores estavam cansados de trabalhar tanto e com fome. Eles eram tratados como escravos.

Os patr√Ķes queriam que eles trabalhassem dando o seu m√°ximo para ficarem cada vez mais ricos.

No dia 1 de maio 1886 os trabalhadores em todas as fábricas revoltaram-se, mas esta revolta não correu bem. Três anos depois a 1 maio 1889 voltaram a revoltar-se.

A partir dessa data no dia 1 de maio comemora-se, para homenagear os trabalhadores.

Mariana

 

Há muitos anos os trabalhadores não tinham quaisquer direitos a não ser trabalhar muitas horas, sem descanso, não podiam fazer pausas para irem à casa de banho ou comer. Muitos de tão cansados acabavam por adormecer durante o trabalho.

Os patr√Ķes por seu lado, ainda achavam que eles trabalhavam pouco e exigiam que trabalhassem mais, para que eles pudessem ficar cada vez mais ricos.

O 1¬ļ de maio comemora-se, porque foi o dia em que os trabalhadores se uniram, para defenderem os seus direitos, acabando com os abusos nas horas de trabalho e de todas as imposi√ß√Ķes dos Patr√Ķes.

Unidos e em greve os patr√Ķes acabaram por ter de mudar de atitudes, sen√£o os trabalhadores iriam abandonar os postos de trabalho e os patr√Ķes n√£o iriam ser t√£o ricos.

  Francisco Rodrigues                                    

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6¬ļA – Trabalhos realizados em Cidadania e Desenvolvimento sobre a comemora√ß√£o do 1¬ļ de maio

O Dia do Trabalhador √© celebrado anualmente a 1¬ļ de Maio, sendo feriado em Portugal e em v√°rios pa√≠ses da Europa. N√£o √© um feriado mundial, embora seja cumprido em v√°rios pa√≠ses do mundo, como no Brasil.

A data remonta ao dia 1¬ļ de Maio de 1886, nos EUA, quando mais de 500 mil trabalhadores sa√≠ram √†s ruas de Chicago, numa manifesta√ß√£o pac√≠fica, exigindo a redu√ß√£o da jornada de trabalho para oito horas. Em consequ√™ncia, a pol√≠cia tentou dispersar a manifesta√ß√£o, ferindo e matando dezenas de oper√°rios.

Isaac

 

Assisti a um vídeo que mostrava os problemas que os trabalhadores enfrentaram antes do dia 1 de maio de 1886.

As horas de trabalho chegavam a quase 17 horas diárias e raramente havia pausas para alimentação e para irem à casa de banho.

Os patr√Ķes eram ambiciosos a ponto de obrigarem os trabalhadores a trabalhar mais s√≥ para seu pr√≥prio benef√≠cio e n√£o lhes pagavam o que deviam.

O dia 1 de maio foi estabelecido como o ‚ÄúDia do Trabalhador‚ÄĚ devido √†s manifesta√ß√Ķes em busca de melhores condi√ß√Ķes de trabalho, tal como diminuir 17 horas de trabalho para 8 horas di√°rias, entre outras regalias.

Beatriz Duarte

 

     Os problemas dos trabalhadores, eram não fazerem pausa, não poderem ir à casa de banho e trabalhavam quase as 24 horas.

Os trabalhadores estavam muito cansados de tantas horas de trabalho.

Um dia revoltaram-se era o dia um de maio de 1886. Desde esse dia ficou lembrado como o dia do trabalhador.

 Laura Da Costa Oliveira       

 

 

Porque o 1¬ļ de maio √© considerado o Dia do Trabalho?

Data tem origem em uma greve hist√≥rica, realizada em 1¬ļ de maio de 1886, nos Estados Unidos.

N√£o √© apenas no Brasil que o dia 1¬ļ de maio √© feriado.

Nesta data, os trabalhadores descansam (e tamb√©m realizam manifesta√ß√Ķes) na Am√©rica do Sul e no M√©xico, em quase toda a Europa Ocidental, na R√ļssia, na √ćndia, na China e na maior parte dos pa√≠ses da √Āfrica. A data foi escolhida em homenagem ao esfor√ßo dos trabalhadores dos Estados Unidos, que, num s√°bado, 1¬ļ de maio de 1886, foram √†s ruas das maiores cidades do pa√≠s para pedir a redu√ß√£o da carga hor√°ria m√°xima de trabalho por dia.

A luta dos manifestantes foi bem-sucedida: na virada do s√©culo 20, boa parte dos trabalhadores do pa√≠s j√° seguia o ritmo de 8 horas di√°rias ‚Äď antes, era comum os americanos ficarem nos empregos nada menos do que 100 horas por semana, o equivalente a aproximadamente 16 horas para cada um dos seis dias de ocupa√ß√£o.

A luta dos americanos foi reconhecida rapidamente na Europa, onde j√° em 1890 o Primeiro de Maio come√ßou a ser marcado por cerim√īnias e manifesta√ß√Ķes. Desde ent√£o, a data foi se difundindo por todo o mundo. Hoje √© celebrada em mais de 80 pa√≠ses ‚Äď no Brasil, o Dia do Trabalhador √© celebrado desde 1925. Curiosamente, nos pr√≥prios Estados Unidos, a data √© celebrada em uma ocasi√£o diferente, a primeira segunda-feira de setembro. Hoje este dia √© comemorado em todo o mundo.

Letícia

 

 

H√° algum tempo atr√°s os trabalhadores n√£o tinham condi√ß√Ķes de trabalho pois trabalhavam mais de 17h, n√£o tinham pausas para comer ou ir √† casa de banho.

No dia 1 de maio de 1886 foi iniciada uma greve na cidade de Chicago, nos EUA, com o objetivo dos trabalhadores de conseguirem condi√ß√Ķes, hor√°rios e sal√°rios. Mas a manifesta√ß√£o n√£o acabou bem, houve mortes e deten√ß√Ķes de trabalhadores e os que ficaram e outros que foram contratados para substituir os que tinham sido mortos ou detidos foram obrigados a trabalhar ainda mais.

Alguns anos mais, em 1889, a manifestação sem êxito de 1886 deu lugar à vitória dos trabalhadores que conseguiram reivindicar os seus direitos.

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A partir daí em todos os cantos do mundo passou-se a celebrar este dia. Em Portugal também é feriado para comemorar o dia que passou a ser O DIA DO TRABALHADOR.

Maria

 

¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† H√° muito tempo nos Estados Unidos da Am√©rica (EUA) em 1886, os trabalhadores eram escravizados a trabalhar dia e noite sem parar, nem sequer podiam fazer uma pausa. Os patr√Ķes sempre que iam l√°, diziam para trabalhar muito mais, ou seja, n√£o tinham liberdade para dizerem que n√£o era justo tantas horas de trabalho.

At√© que um dia (1¬ļ de maio), os trabalhadores fartaram-se de trabalhar e decidiram revoltar-se contra os patr√Ķes. Os trabalhadores eram muitos, e acabaram por ganhar a sua luta de trabalharem menos horas. Assim este dia, o 1¬ļ de maio comemora-se ‚ÄúO Dia do trabalhador‚ÄĚ.

  Matias Oliveira                                                    

Antigamente, os trabalhadores não tinham os mesmos direitos que agora. Eles não podiam descansar e trabalhavam mais de 17 horas por dia, não podiam fazer pausas para ir á casa de banho e também não podiam comer.

Naquela altura os patr√Ķes s√≥ se importavam com eles, e por isso n√£o respeitavam os direitos aos trabalhadores, queriam sempre mais, da capacidade dos trabalhadores. Os patr√Ķes tratavam mal os trabalhadores e nunca estavam satisfeitos.

O dia 1 de maio √© comemorado em mem√≥ria aos trabalhadores que se uniram e exigiram que tivessem condi√ß√Ķes de trabalho, direitos que pudessem fazer com que trabalhassem durante um tempo limitado, pudessem ter pausas para comer ou ir √° casa de banho.

Este dia é importante pois mostra que todas as pessoas merecem ver os seus direitos de trabalhadores respeitados.

Rafaela Amaral       

 

 

 

O 1¬ļ de maio, ou dia do trabalhador, √© uma data comemorada internacionalmente e dedicado aos trabalhadores.

A festa é hoje celebrada, no dia 1 de maio em quase todos os países do mundo.

Em 1886, uma greve foi iniciada em Chicago com o objetivo, de conquistar condi√ß√Ķes melhores de trabalho, como: Redu√ß√£o da jornada di√°ria para 8 horas, j√° que em imposi√ß√£o dos patr√Ķes era uma jornada que chegava a 17 horas de trabalho sendo quase uma escravatura.

Os trabalhadores manifestaram-se, o objetivo desta manifestação era reforçar o significado da data, como um dia de luta pelos próprios trabalhadores.

Essas lutas não foram em vão, pois, os trabalhadores de todo o mundo conquistaram uma série de direitos.

Tiago André

 

A cada ano, no primeiro dia do mês de maio, é comemorado o Dia Internacional Do Trabalhador em vários países.

A data serve para celebrar a classe trabalhadora e as conquistas trabalhistas. A escolha da data foi feita em homenagem a uma manifesta√ß√£o hist√≥rica realizada em 1886 por trabalhadores de Chicago,¬†cidade mais populosa dos Estados Unidos. Na √©poca as condi√ß√Ķes de trabalho eram desumanas. Sa√≠ram √†s¬†ruas manifestando a redu√ß√£o da carga hor√°ria de trabalho¬†(13 horas para 8 horas). Fizeram uma greve geral no pa√≠s¬†no dia 3 e 4 de maio deste mesmo ano, policiais¬†e manifestantes entraram em conflito, houve uma grande explos√£o, uma bomba matou e feriu tanto manifestantes como pol√≠cias. A pol√≠cia atirou contra os manifestantes, ferindo dezenas e causando algumas mortes. Os l√≠deres do movimento foram presos, sendo que alguns deles foram executados.

Os eventos acima descritos foram denominados como a revolta de Haymarket e inspiram a escolha da data para o Dia de Trabalho.

As manifesta√ß√Ķes ocorridas em Chicago serviram tamb√©m como s√≠mbolo da luta por direitos trabalhistas e inspira√ß√£o¬†para novos protestos em todo o mundo.

Assim, a data foi escolhida em muitos outros anos para novas manifesta√ß√Ķes. Muitas delas tamb√©m sofreram repress√£o policial, o que refor√ßou¬†o primeiro de maio como s√≠mbolo das reivindica√ß√Ķes pela amplia√ß√£o de direitos dos trabalhadores.

Historicamente a data foi ganhando cada vez mais import√Ęncia.

Martim Costa

 

O dia do trabalhador

O dia do trabalhador, dia internacional dos trabalhadores ou festa do trabalhador é uma data comemorativa celebrada todos os anos no dia 1 de maio em quase todos os países do mundo sendo em muitos deles considerado feriado.

Esta celebra√ß√£o teve in√≠cio no dia 1 de maio de 1886 com uma greve na cidade norte-americana de Chicago com o objetivo de conquistar condi√ß√Ķes melhores de trabalho, principalmente reduzir as horas di√°rias feitas pois muitas das vezes chegava as 17h di√°rias sendo que o pretendido e justo √© apenas 8h di√°rias.

Esta revolu√ß√£o fez com que atualmente as nossas condi√ß√Ķes de trabalho sejam melhores, com hor√°rios flex√≠veis pagamentos no prazo e melhoria de condi√ß√Ķes de trabalho.

CURIOSIDADE: Sabiam que a Nova Zel√Ęndia, Austr√°lia, Estados Unidos e Canada celebram este dia sem ser no dia 1 de maio, devido h√° diferencia de hor√°rios existentes eles celebram antes ou depois do dia 1.

A MINHA OPINI√ÉO: Na minha opini√£o esta mudan√ßa foi necess√°ria para o bem dos trabalhadores pois nem sempre trabalhar muitas horas em condi√ß√Ķes insuficientes trazem um trabalho bom e bem feito nem sempre quantidade significa qualidade e depressa e bem n√£o h√° quem.

  Mariana Almeida Correia

 

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Liberdade ontem e hoje – Trabalhos de Cidadania e Desenvolvimento

¬† Na disciplina de HGP estamos a abordar o tema de ‚ÄúSalazar e a constru√ß√£o do Estado Novo‚ÄĚ. Esta √©poca √© caraterizada pela priva√ß√£o das liberdades individuais das pessoas, nomeadamente, a priva√ß√£o de liberdade por ideias, formas de express√£o, atitudes e comportamentos impostas pelo governo da √©poca. Foi um tempo dif√≠cil para muita gente.¬†

¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Hoje estamos privados de outras formas de liberdade e por outros motivos todo o mundo vive com uma amea√ßa √† sa√ļde pessoal e p√ļblica que p√Ķem em risco a nossa vida.¬†

¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬† Faz um pequeno texto onde compares as raz√Ķes que levaram √† priva√ß√£o de liberdade das pessoas no Estado Novo e as que estamos a viver agora passados 46 anos do 25 de abril, que nos trouxe a liberdade.

O Estado Novo foi um regime pol√≠tico sob o qual os portugueses viveram, h√° cerca de 46 anos. Nessa √©poca, os portugueses n√£o tinham liberdade de express√£o, pagavam muitos impostos, n√£o tinham direito a boas condi√ß√Ķes na sa√ļde e na educa√ß√£o, tinham sal√°rios baixos, n√£o tinham direito √† greve nem direito de manifesta√ß√£o. Tamb√©m a cultura estava sujeita √† censura. Quem fosse contra o regime era perseguido, por vezes preso e torturado.¬†A priva√ß√£o de liberdade devia-se, por isso, ao regime ditatorial existente.

Nos dias que vivemos, desde o m√™s de mar√ßo, a priva√ß√£o da liberdade tem outra causa, trata-se de uma quest√£o de sa√ļde p√ļblica. Por causa do v√≠rus COVID-19 a liberdade, de praticamente todas as pessoas do mundo, est√° suspensa.¬†Estamos a viver numa √©poca em que s√≥ podemos sair para fazer compras no supermercado, na farm√°cia, para ajudar algu√©m com dificuldades ou por quest√Ķes de trabalho. N√£o √© permitida a aglomera√ß√£o de pessoas e todos devem estar em isolamento social.¬†Esta priva√ß√£o de liberdade n√£o se deve ao regime pol√≠tico em que vivemos, apesar de essas regras serem impostas pelo governo.

Filipe Santos Almeida 6¬ļA

 

O estado Novo come√ßou em 1926 durando at√© 1974. No Estado Novo era proibido dizerem mal do governo, fazendo isso as pessoas eram torturadas.¬†Havia tamb√©m o l√°pis azul proibindo as coisas que o governo achava relevantes e mostravam ideias contra o governo. Pessoas que eram analfabetas n√£o podiam votar nas elei√ß√Ķes.¬†Em 1974 houve a revolu√ß√£o de 25 de Abril que permitiu mesmo √†s pessoas analfabetas poderem votar, mas mesmo assim tinham de ter mais de 18 anos. As pessoas deixaram de ser torturadas por dizer mal do estado. Resumindo o meu texto a revolu√ß√£o de 25 de Abril trouxe toda a liberdade merecida para n√≥s.

Frederico, 6¬ļA

 

No século XX, há 46 anos atrás em Portugal quem mandava em Portugal era a ditadura do Estado Novo, mas principalmente o Marcelo Caetano que tinha substituído Salazar.

Neste momento quem manda em n√≥s √© o presidente da rep√ļblica e os representantes do governo.

Durante a ditadura tivemos privação de liberdade, era o tempo de Salazar.

No tempo de Salazar quem dissesse o que ele n√£o queria era torturado, na atualidade as pessoas podem dizer o que pensam, em liberdade.

A vida das pessoas portuguesas melhorou muito desde que o Salazar e os governantes que o seguiram foram retirados do poder, no 24 de abril de 1974.

Isaac, 6¬ļA

 

Nos tempos em que Salazar ainda era ditador, houve: aumento de impostos, para aumentar as receitas, reduzindo os gastos, sobretudo com a sa√ļde, a educa√ß√£o e os sal√°rios dos funcion√°rios p√ļblicos, para diminuir as despesas.

Em (1933-1974) começou a haver privação de liberdade, até que Salazar adoeceu.

Agora nós, estamos privados de liberdade, mas por causa do covid-19 e estamos em quarentena por causa desta pandemia mundial.

   Mas é muito diferente da ditadura de Salazar, agora também estamos privados de liberdade, estamos em estado de emergência, limitados às saídas para o exterior para não contagiar e nem ser contagiado.

Laura, 6¬ļA

 

O Estado Novo proibiu as greves, manifesta√ß√Ķes, os sindicatos foram controlados pelo governo. Refor√ßaram a censura nos jornais, r√°dio, televis√£o, filmes, teatros e outros espet√°culos enfim n√£o havia liberdade de express√£o. O objetivo da censura era para que a popula√ß√£o n√£o prejudicasse o regime ditatorial. Criaram a PIDE em 1945 Pol√≠cia Internacional de Defesa do Estado para vigil√Ęncia e defesa do Estado.¬†Eles torturavam e prendiam quem criticasse e se opusesse √† ditadura. Havia militantes e simpatizantes do partido comunista portugu√™s que era ilegal.¬†Milhares de pessoas foram presas e morreram na pris√£o do Tarrafal, em Cabo Verde.

Com o surto de Covid-19, foi proibida a sa√≠da das pessoas para o exterior das suas casas. As pessoas s√≥ podiam sair para tratar de necessidades b√°sicas. As sa√≠das tamb√©m est√£o a ser controladas pelo governo. Refor√ßaram-se as not√≠cias sobre o covid-19 nos jornais, r√°dio televis√£o e document√°rios para explicar tudo sobre este v√≠rus e o que se passa no mundo.O objetivo √© informar as pessoas do v√≠rus para n√£o contagiarem os outros nem a elas.¬†A GNR e a pol√≠cia tomaram medidas para controlar o movimento das popula√ß√Ķes, estamos agora privados de liberdade. Muita gente tem morrido no mundo por causa desta pandemia. Tal como no Estado Novo estamos agora privados de liberdade, mas por motivos diferentes.

Luna, 6¬ļA

 

Todos nós vivemos num mundo cada vez mais dependente das tecnologias e internet.  Penso que o 25 de abril deve ser relembrado com orgulho pois, durante a ditadura a vida era dependente de trabalho e do silêncio, agora pelo menos, com os telemóveis e internet, podemos exercer livremente o nosso direito de expressão, apesar de confinados à nossa residência.

Mariana, 6¬ļ A

 

Quando Salazar entrou no poder mandou elaborar uma nova constitui√ß√£o, a constitui√ß√£o de 1933 e nela dizia que ‚ÄúLeis especiais regular√£o o exerc√≠cio da liberdade de express√£o, de ensino, de reuni√£o e de associa√ß√£o devendo[…] impedir[…] a pervers√£o da opini√£o p√ļblica‚Ä̬† ou seja ningu√©m no tempo de Salazar tinha Liberdade.¬†Salazar tinha medo de que sa√≠sse alguma coisa de mal sobre o Estado Novo, por isso come√ßou a censurar os jornais e criou a PIDE.

Atualmente toda a gente tem as suas liberdades e √© livre de dizer o que quer gra√ßas aos soldados que no dia 25 de abril de 1974 se aventuraram e marcharam at√© Lisboa para p√īr fim ao Estado Novo e assim come√ßar a democracia.

Maria, 6¬ļ A

 

Durante a ditadura de Salazar, a vida do povo era muito dura, havia a censura.¬† Os meios de comunica√ß√£o eram minuciosamente vigiados, os m√ļsicos e escritores eram expressamente proibidos de publicar as obras que eram autores e n√£o existiam elei√ß√Ķes. Existia a PIDE que era a¬†pol√≠cia pol√≠tica.

Relativamente ao trabalho infantil, os jovens a partir dos 7 anos de idade eram obrigados a pertencer a uma organiza√ß√£o militarista de juventude (Mocidade Portuguesa). Nesta organiza√ß√£o, os jovens eram obrigados n√£o s√≥ a marchar fardados como soldados, como fazer sauda√ß√£o nazi.¬† N√£o tinham liberdade de express√£o, n√£o tinham direito √† educa√ß√£o e √† sa√ļde, existiam presos pol√≠ticos. A forma de vida da popula√ß√£o era controlada.

Atualmente, n√£o podemos sair de casa devido a uma pandemia com o nome de covid-19 que teve origem na China, espalhando-se rapidamente quase pelo mundo inteiro.

Milh√Ķes de pessoas foram infetadas e outras acabaram por morrer. Este v√≠rus est√° a afetar mais a popula√ß√£o idosa e pessoas com doen√ßas cr√≥nicas.¬† O governo foi obrigado a decretar o estado de emerg√™ncia, recomendando √† popula√ß√£o¬†n√£o sair de casa para que este micr√≥bio n√£o se espalha mais. A forma de cont√°gio √© atrav√©s de¬†um simples toque, abra√ßo, beijo por isso somos obrigados a ficar resguardados em casa.

Martim, 6¬ļ A

 

Antigamente havia priva√ß√£o de liberdade, pois Salazar foi apoderando-se dos poderes do presidente da Rep√ļblica.

Também tomou algumas medidas, tais como a criação da PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado), que tinha como objetivo torturar e aprisionar quem dissesse mal dessa ditadura. A Assembleia Nacional limitava-se a aprovar as leis apresentadas pelo governo, ou seja, Salazar fazia as leis que quisesse e todos tinham que o obedecer.

Agora, toda a gente é livre na medida dos possíveis, mas neste momento não somos totalmente livres, porque existe um vírus muito contagiante que pode levar à morte designado por COVID-19 ou simplesmente coronavírus.

Matias, 6¬ļ A

 

As raz√Ķes que levaram √† priva√ß√£o de liberdade das pessoas no Estado Novo foi a ditadura que fazia as pessoas ficarem em casa por problemas pol√≠ticos.

As raz√Ķes que levaram √† priva√ß√£o das pessoas atualmente √© por causa do Coronav√≠rus.

Não podemos sair de casa para não apanhar essa doença mas, podemos expressar-nos livremente.

Diogo, 6¬ļ A

 

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Liberdade ontem e hoje – Trabalhos de Cidadania e Desenvolvimento

Na disciplina de HGP estamos a abordar o tema de ‚ÄúSalazar e a constru√ß√£o do Estado Novo‚ÄĚ. Esta √©poca √© caraterizada pela priva√ß√£o das liberdades individuais das pessoas, nomeadamente, a priva√ß√£o de liberdade por ideias, formas de express√£o, atitudes e comportamentos impostas pelo governo da √©poca. Foi um tempo dif√≠cil para muita gente.¬†

¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Hoje estamos privados de outras formas de liberdade e por outros motivos todo o mundo vive com uma amea√ßa √† sa√ļde pessoal e p√ļblica que p√Ķem em risco a nossa vida.¬†

¬† ¬† ¬† ¬† ¬† ¬†Faz um pequeno texto onde compares as raz√Ķes que levaram √† priva√ß√£o de liberdade das pessoas no Estado Novo e as que estamos a viver agora passados 46 anos do 25 de abril que nos trouxe a liberdade.

No tempo de Salazar a Pide estava em todo o lado a ver que falava mal do governo, mas agora j√° n√£o existe a Pide.

Nos tempos de agora ninguém é preso por falar mal do governo. Estamos impedidos de circular, mas podemos expressar-nos livremente.

Anais, 6¬ļ B

 

Durante o Estado Novo as pessoas n√£o tinham nem liberdade de express√£o nem liberdade em nenhum aspeto. As pessoas eram controladas pela PIDE.

Havia muita desigualdade entre as pessoas, os ricos eram muito ricos e os pobres eram os ‚Äúescravos‚ÄĚ deles e trabalhavam s√≥ para comer.

Atualmente estamos a viver um período sem liberdade derivado a um vírus, que para nossa proteção, temos de estar em casa. Podemos dizer o que nos apetece, falarmos com quem queremos através das novas tecnologias. Eu, tenho em casa tudo o que me faz falta.

As duas faltas de liberdade são realidades totalmente diferentes, a todos os níveis (económicos/financeiros, de expressão e liberdade de livre circulação, etc…) e a de hoje, passará depressa e ficará tudo bem, comparando com a do Estado Novo.

Francisco Rodrigues, 6¬ļ B

 

Liberdade no Estado Novo

Durante o Estado Novo, as pessoas não tinham liberdade.   Como era Salazar a governar era ele que fazia as leis, então toda a gente tinha de lhe obedecer. Ele tinha muito poder e como queria ficar a mandar no país, proibiu a existência de outros partidos, reforçou a censura, proibiu que falassem mal da política dele e mandou prender, e torturar toda a gente que não cumpria as regras. Sendo assim, as pessoas não tinham liberdade de expressão, de pensamento, de gosto, de vestuário, etc.

Liberdade agora

¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Agora, surgiu uma pandemia, que nos priva de algumas liberdades.¬†¬†Em 2019 surgiu o coronav√≠rus (covid-19), que √© uma doen√ßa muito contagiosa. Para n√£o a apanharmos temos que ficar em casa e s√≥ sair √† rua quando √© mesmo necess√°rio.¬†Quando sa√≠mos temos que manter dist√Ęncia uns dos outros de um metro e meio, dois metros, temos que usar m√°scara se poss√≠vel evitar tocar em muitas coisas; quando chegamos a casa evitamos tocar em algu√©m e em coisas, antes de nos irmos lavar e trocar de roupa.¬†Sendo assim, n√£o temos a liberdade de nos juntarmos e de estar fora de casa.

Mafalda, 6¬ļ B

 

 

 

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Semana dos Afetos

 

Na Escola Ferreira Lapa entre os dias 10 e 14 de fevereiro, comemora -se a semana dos afetos. O tema abordado em aulas de Cidadania e Desenvolvimento pretendeu contribuir para a reflexão e tomada de consciência da diversidade de sentimentos e afetos, promovendo nos nossos alunos um reforço na autoestima, na assertividade, no respeito por si próprio e pelo outro. Os afetos têm a ver com aquilo que nos afeta, são algo de que somos dotados, são tendências para responder positiva ou negativamente a experiências emocionais relacionadas com as pessoas ou objetos.

Ter afetos é ser dotado da capacidade de dar e de receber, de amar e de ser amado, de perturbar e de ser perturbado.

Os afetos exprimem-se atrav√©s das emo√ß√Ķes e t√™m uma liga√ß√£o especial com o passado, com as experi√™ncias e viv√™ncias com as pessoas, objetos, ambientes e ideias.

Cada turma da escola abordou o tema interpretando-o de diferentes formas. O √°trio da escola foi decorado, apelando a todos a adotarmos comportamentos e atitudes mais afetuosas no nosso dia a dia da escola.

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A Educa√ß√£o Ambiental na Cidadania e Desenvolvimento

Ao longo deste per√≠odo, em Cidadania e Desenvolvimento, os alunos das turmas A e B do 5¬ļ ano de escolaridade, trataram o tema da Educa√ß√£o Ambiental. Este trabalho foi inserido no projeto interdisciplinar da turma de articula√ß√£o curricular ‚ÄúO que nos liga ao mundo‚ÄĚ. Depois de refletirem sobre v√°rios assuntos relacionados com a prote√ß√£o do meio ambiente e a preserva√ß√£o do patrim√≥nio natural, os alunos elaboraram trabalhos que apresentaram aos restantes colegas e que podem ser consultados a seguir.