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Semana da Fam√≠lia – HGP

Família ao longo dos tempos

Fam√≠lia √© o nome que se d√° ao conjunto de pessoas que partilham liga√ß√Ķes biol√≥gicas, afetivas ou legais.

√Č uma das coisas mais valiosas que temos na vida e uma das coisas que mais influencia a nossa exist√™ncia. Mas nem sempre as fam√≠lias foram o que vemos nos dias de hoje.

РFamílias durante o estado novo

Durante este tempo o governo era governado por Salazar, existia a PIDE, e era necess√°rio cumprir e respeitar todas as decis√Ķes do governo sem reclamar.

Naquele tempo o homem, pai de fam√≠lia era considerado quem mandava na casa e a mulher tinha de o servir ficando encarregue de cuidar da casa e dos filhos, das refei√ß√Ķes e das limpezas e infelizmente naquele tempo se o homem quisesse bater na sua esposa, s√≥ porque sim, podia faz√™-lo sem ser condenado.

N√£o existia liberdade de express√£o e as pessoas eram obrigadas a viver de acordo com que o Salazar ordenasse, um exemplo √© as refei√ß√Ķes por exemplo na maior parte das vezes feitas de p√£o, sopa e √°gua. Carne e peixe era algo quase impens√°vel para alguns.

A mulher empenhava um papel de ¬ęserva¬Ľ n√£o tendo direito a nada que n√£o fosse obedecer, e o homem desempenha o papel de dono da fam√≠lia e quem p√Ķe dinheiro na casa.

As crianças cresciam de acordo com esta realidade em que meninos se tornariam os sustentos da família e as mulheres donas de casa que obedecem fielmente aos seus esposos. O ensino era militar e as crianças que fizessem algo errado eram punidas com castigos quer físicos quer de humilhação.

 

РFamílias no estado atual

Atualmente a sociedade mudou e com ela mudaram também alguns conceitos nomeadamente o de família.

Nos dias de hoje tanto o homem como a mulher desempenham o mesmo papel para com a casa e a família, existe uma enorme diversidade de famílias modernas compostas por um só elemento (pai ou mãe) famílias do mesmo sexo, adotivas etc…

Tanto o homem como a mulher podem trabalhar em sociedade desempenhando o cargo que quer e, atualmente, a agressão quer verbal quer física, quer por parte do homem ou da mulher são proibidas e consideradas crime sendo julgadas como tal.

As crian√ßas s√£o obrigadas a seguir os estudos obviamente, mas com as melhores condi√ß√Ķes poss√≠veis sem diferencia√ß√£o de g√©nero, capacidades intelectuais ou f√≠sicas, todos s√£o iguais.

As crianças de hoje serão o futuro de amanhã, não importando a crença, a raça os estudos académicos que possui, a sexualidade ou a roupa que veste.

Apesar de existir política, nos dias de hoje, cada pessoa com mais de 18 anos considerada adulta tem direito a escolher o seu voto e exprimir os seus estilos governamentais.

Hoje em dia temos liberdade de expressão e podemos falar livremente do que queremos mas não convém dizer asneiras, os pais não iam gostar.

Mariana, 6¬ļA

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Semana da Fam√≠lia – Hist√≥ria e Geografia de Portugal

Família no Estado Novo e Família atual

      Durante o Estado Novo havia muitas regras, especialmente em relação à família.

A mulher era tratada como um ser inferior ao homem, n√£o podia votar, n√£o podia ser ju√≠za, diplomata, militar ou pol√≠cia. Para trabalhar no com√©rcio, sair do pa√≠s, abrir conta banc√°ria ou tomar contracetivos, a mulher era obrigada a pedir autoriza√ß√£o ao marido. Ganhava quase metade do sal√°rio pago aos homens, governava a casa, tomava conta dos filhos e era dependente do homem, tinha falta de liberdade. O homem era o chefe da fam√≠lia, sendo ele a tomar todas as decis√Ķes importantes. Era o homem que trabalhava e pagava as contas.

Ser o outro sexo, estar em segundo plano, ou mesmo em terceiro, ter um papel definido pelo dominador, obedecer sempre e deixar-se violentar sempre.

¬†¬†¬†¬†¬† No pa√≠s do Estado Novo a¬†mulher existia para ser a m√£e extremosa, a esposa dedicada, uma verdadeira fada do lar. Desde pequenina que era treinada para ser assim, submissa ao poder patriarcal do pai, do irm√£o e, mais tarde, do marido. O √ļnico futuro que podia ambicionar era o de fazer um bom casamento que garantisse o sustento da fam√≠lia, custasse o que custasse, at√© ao dia que as mentalidades come√ßaram a evoluir. A industrializa√ß√£o levou a mulher para fora de casa, mas, a verdade, √© que um contrato de trabalho valia menos do que um contrato nupcial.

      Na história das mulheres há desigualdade, discriminação e muita violência. A libertação, a luta pelos mesmos direitos Humanos do homem, é dura e longa e, ainda hoje não chega a todas as casas nem a todas as mentalidades. Foi o que aconteceu em Portugal, durante 48 anos.

¬†¬†¬†¬†¬† ¬†Estas e outras leis foram rasgadas no 25 de Abril, quando, um ano depois da revolu√ß√£o, os direitos das mulheres ficaram consagrados na Constitui√ß√£o da Rep√ļblica

¬†¬†¬†¬†¬† As defini√ß√Ķes de fam√≠lia e das obriga√ß√Ķes familiares, t√™m mudado ao longo do tempo, em resposta a diferentes contextos sociais, econ√≥micos e pol√≠ticos.

      Atualmente as mulheres são vistas como cidadãs, sujeitas de direitos e deveres.

Na fam√≠lia a mulher tem os mesmos direitos do marido ou companheiro, com rela√ß√£o √†s decis√Ķes que devem ser tomadas referentes aos filhos e √† fam√≠lia. Os trabalhos dom√©sticos devem ser divididos entre ambos, de comum acordo.

No trabalho, uma mulher n√£o pode, como trabalhadora, receber menos que um homem, para fazer o mesmo trabalho.

Na sociedade, mulheres e homens devem ser tratados com igual respeito em qualquer situação e ambiente social.

Mafalda Duarte 6¬ļD N¬ļ12

 

 

 A Família no Estado Novo 

No Estado Novo, o modelo de família era tradicional: pai, mãe e filhos.

A mulher era tratada como um ser inferior ao homem, o homem era o chefe de família.

Eram as mulheres que governavam a casa e quem mandava eram os maridos, estas para saírem do país necessitavam da sua autorização. As mulheres tinham que obedecer sempre aos maridos. Este modelo de família passava de mães para filhas, sendo muitas vezes discriminadas e alvo de violência. A mulher existia para ser mãe, uma esposa dedicada e uma verdadeira fada do lar, sem qualquer tipo de direitos.

Desde¬†muito pequenas que as mulheres eram educadas para serem submissas ao poder patriarcal do pai, do irm√£o e mais tarde, do seu marido. O √ļnico futuro que podiam ambicionar era um bom casamento para garantir o sustento familiar.

As famílias eram numerosas de forma a haver mais braços para ajudar no cultivo das terras.

Não havia liberdade de escolha, um filho não se atrevia a contestar o pai, nem este entrava em certas intimidades com ele, sem grandes laços afetivos nem demonstração de sentimentos.

As esposas estavam sempre subordinadas aos seus maridos, e os jovens aos mais velhos.

 

A família nos tempos atuais 

 

Atualmente, existem várias formas de organização familiar: agregados de famílias monoparentais e famílias unipessoais, sendo importante a liberdade individual.

As fam√≠lias s√£o, hoje em dia, dominadas pela afetividade, o amor rom√Ęntico, conjugal e parental.

A mulher tem cada vez menos filhos e cada vez mais tarde, porque agora pode estudar e ter uma carreira profissional.

Na escolha dos¬†c√īnjuges prevalece as prefer√™ncias pessoais de cada um.

A família tradicional é substituída pela família conjugal, unida por laços emocionais com grande preocupação com a educação dos filhos.

Na sociedade atual a esposa trabalha fora de casa tal como o marido e, os dois progenitores, passam a ter os mesmos papéis.

A fam√≠lia √© um mundo privado de realiza√ß√Ķes pessoais, onde impera o carinho, a afetividade, prote√ß√£o e est√≠mulo √† educa√ß√£o e forma√ß√£o.

Na família conjugam-se vários interesses, trabalho, amor e a liberdade para prosseguir objetivos pessoais.

As famílias passam, nos dias de hoje, a dar às crianças um lugar central, na orientação da afetividade de todos os elementos da família.

Martim Amaral-6¬ļ- C, n¬ļ- 14

Família no Estado Novo VS Família atual

 

Designa-se por fam√≠lia o conjunto de pessoas que possuem grau de parentesco entre si e vivem na mesma casa formando um lar. Uma fam√≠lia tradicional √© normalmente formada pelo pai e m√£e, unidos por matrim√īnio ou uni√£o de fato, e por um ou mais filhos, compondo uma fam√≠lia nuclear ou elementar.

Há muitos deu-se o Estado Novo (ditadura) que foi chefiada por António de Oliveira Salazar (Salazar).

Nessa época as mulheres não podiam trabalhar sem autorização do marido, muito menos viajar, o marido tinha até o direito de abrir a correspondência delas. A mulher não tinha direitos antes do 25 de abril! Os homens mandavam, as mulheres obedeciam! Dizia o Código Civil de 1966: “O marido é o chefe da família, competindo-lhe nessa qualidade representá-la e decidir em todos os atos da vida conjugal comum (…).

Também não só as mulheres sofriam, mas as famílias, devido á guerra colonial estavam separadas. Não havia muita comunicação apenas algumas cartas.

Já percebemos que naquela época era tudo muito difícil, até que no dia 25 de Abril de 1974 houve liberdade para toda a gente e tudo mudou!

Diz a Constitui√ß√£o, desde 1976: ‚ÄúTodos os cidad√£os t√™m a mesma dignidade social e s√£o iguais perante a lei‚ÄĚ.

Antigamente, a vida das fam√≠lias era mais simples e tranquila, n√£o existia a correria que vemos hoje em dia. As pessoas andavam a p√©, pois quase n√£o existiam carros. As crian√ßas podiam brincar nas ruas e cal√ßadas, pois n√£o havia perigo de acidentes ou assaltos. Os vizinhos todos os dias se reuniam nas varandas de suas casas para conversar enquanto as crian√ßas brincavam. Hoje temos centenas de autom√≥veis e v√°rios transportes. A crian√ßa deixou de brincar na rua, para estar a frente do computador, ver televis√£o…

A família dos dias de hoje é uma família em que cada pessoa tem direito á sua felicidade e aos seus direitos. Na família moderna a mulher vai trabalhar, tem os mesmo direitos que o homem.

Com este trabalho podemos concluir que o conceito de família foi evoluindo ao longo dos tempos! Tal como o papel da mulher!

 

Matilde,n¬ļ 15 6¬ļC

 

 

 

 

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Semana da fam√≠lia – 6¬ļ A e 6¬ļ B – Educa√ß√£o Visual e Cidadania e Desenvolvimento

No dia 15 de maio comemorou-se o dia internacional da fam√≠lia. Os alunos foram desafiados a realizar trabalhos pl√°sticos em Educa√ß√£o Visual, recriando a fam√≠lia, escrevendo ainda algumas frases que refletissem a import√Ęncia da fam√≠lia e o que ela representa em cada um. Esta reflex√£o sobre a fam√≠lia foi desenvolvida em articula√ß√£o com Cidadania e Desenvolvimento. Cada um √† sua maneira representou a fam√≠lia de uma forma criativa e original.

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Portugu√™s- 6¬ļ A e 6¬ļ B – Oficina de Escrita- Descri√ß√£o de espa√ßos

Os alunos foram convidados a escrever um pequeno texto, descrevendo o espaço que os rodeava e o que podiam observar da sua janela.

Na descri√ß√£o do espa√ßo deviam usar alguns recursos expressivos, as sensa√ß√Ķes e, de alguma forma, referirem o que ouviam, sentiam, pensavam‚Ķ

Divulgamos os textos escolhidos pelos alunos da turma.

 

No 6¬ļ A‚Ķ

Da minha janela vejo um espaço muito bonito.

À primeira vista o verde da Serra do Sátão predomina na paisagem.

Vejo alguns prédios e casas que ocupam a zona onde vivo. De vez em quando, os corvos sobrevoam e pousam nos telhados. Quando emitem sons parecem estar a reclamar comigo.

Nestes √ļltimos dias, em que h√° pouco movimento nas ruas, ou√ßo o barulho dos p√°ssaros, de muitas andorinhas, e, √†s vezes, o vento a abanar as √°rvores em redor da minha casa.

Quando saio para a varanda as andorinhas parecem querer arrancar-me os cabelos.

Gosto do lugar onde vivo, apesar de que, nestes dias de isolamento, gostava que a minha casa tivesse um jardim e um quintal para poder brincar na rua. Sinto-me um bocado prisioneiro…

Filipe Almeida

 

Da minha varanda vejo uma floresta, um amplo arvoredo verdejante, repleto de pinheiros e carvalhos com copas altas onde os passarinhos pousam para repousar.

No lado sul, alguns telhados avermelhados despontam no meio das árvores. No limite da vegetação corre um pequeno ribeiro ladeado de lages onde eu costumo ir caminhar.

Esta floresta alegra a minha aldeia.

Isaac Fonseca

 

 

 

Olhando pela janela vejo um enorme jardim dividido ao meio por um estreito passeio de paralelos. Do lado direito do jardim existe um medronheiro, dois azevinhos, uma laranjeira, um limoeiro, uma tangerineira, um abrunheiro, umas belas coroas de rei e uns lindíssimos gladíolos. Junto ao muro existe uma linda fila de cedros verdes e bonitos.

Do lado esquerdo há á um largo caminho de paralelos que termina num portão. Ao longo desse caminho há um canteiro com jarros, um tronco de castanheiro seco, que tem um ar muito engraçado e junto das suas raízes umas pequeninas hortênsias que ainda não têm flor, mas que dão um ar muito engraçado ao canteiro. Existem também uma belas rosas que no verão quando caem enchem o chão de pétalas e fica tudo a parecer ser mágico.

Para l√° do muro, e da fila de cedros, avisto uma mata com belas √°rvores, carvalhos, cerejeiras, eucaliptos, pinheiros e castanheiros…, √© tanta vegeta√ß√£o bela para observar e tanto ar puro para respirar!

No jardim há sempre pássaros a passear, alguns parece que estão a jogar às apanhadas. Por vezes, também aqui vem o gato da vizinha, dá uns passeios, brinca connosco e volta para sua casa.

Sinto-me t√£o bem aqui!

Maria Gomes

 

  

A minha casa fica numa rua sem saída, rodeada de várias casas quase todas iguais, todas elas com lindos jardins perfumados e com um pequeno parque no final da rua que tem duas mesas de pedra e algumas árvores.

A frente da casa está virada para a Serra do Sátão, repleta de grandes pinheiros verdes iluminados pelos raios de sol, onde fica a antiga casa do guarda-florestal. Daqui conseguimos ouvir o pequeno riacho que passa entre moinhos degradados. A paisagem é salpicada por outras casas, alguns castanheiros e campos de cultivo.

Da janela do meu quarto vejo a casa e o quintal da minha vizinha, onde ela tem batatas, cebolas, feijão, couves, alfaces, cenouras, algumas oliveiras e cerejeiras das quais já tive o privilégio de me deliciar com as suas cerejas vermelhas e docinhas. Também vejo bastantes casas e prédios da parte de baixo da vila de Sátão.

Sinto-me privilegiada com a bela paisagem que rodeia a minha janela, tenho um bocadinho de tudo e até consigo ouvir o chilrear de vários tipos de pássaros.

Rafaela  Amaral

 

 

No 6¬ļ B‚Ķ

 

Da minha janela observo um jardim pequeno, mas cheio de flores:  lírios, jarros, coroas, roseiras e muito mais.

O jardim está cercado por uma grade e em cima de um muro. Esse muro pequeno   está coberto de musgo.

Do lado esquerdo desse jardim, vejo um port√£o grande e verde, uma oliveira e um caminho de relva.

Quando olho, deparo-me com um solar velho, mas cheio de história. Este solar apresenta-se com vidros partidos, portas de madeira como se tivessem sido derrubadas, telhas partidas, umas grandes escadas e, o principal, que se destaca dessa imagem, o brasão da família Machado.

Rita Arrais

 

Estou sentada na minha secretária, a trabalhar, e observo livros à minha volta, muitos livros.

Mesmo ao lado da minha secretária está a minha varanda, semiaberta, com cortinados cor-de-rosa, que esvoaçam com a leve brisa do vento. Da minha varanda, consigo ver a minha escola, vista daqui é muito maior do que imaginava, há muitas árvores e ouço pássaros a cantar.

Um bocado mais ao lado, tenho o meu arm√°rio que est√° a ser desenhado/pintado por mim, para ocupar o tempo. Ao lado do arm√°rio est√° a minha cama (que chia muito), seguida pelo meu poof cor-de-rosa e as minhas estantes brancas.

Nas minhas estantes tenho um coelho de peluche com um alfinete, v√°rios perfumes e uma caixa de m√ļsica. Quando a abro e giro um pequeno objeto, come√ßa a tocar uma m√ļsica e uma bailarina come√ßa rodopia ao som dessa melodia.

Perto de mim tenho um móvel para guardar roupas e em cima dele estão guardados alguns trabalhos da escola: um comedouro de pássaros, fichas e uma caixa com o desenho de uma flor que tem colares e pulseiras.

Mariana Coimbra

 

 

Estou no meu quarto. O meu quarto √© grande e espa√ßoso. √Ä frente da porta, h√° uma grande janela, com muita luz, uma secret√°ria branca e uma cadeira; do lado esquerdo h√° um espelho, um bengaleiro e dois pequenos quadros, de inf√Ęncia na parede; do lado direito h√° um grande arm√°rio. √Ä frente do arm√°rio est√° uma cama branca, muito confort√°vel com uma colcha cor-de-rosa, e duas mesinhas de cabeceira ao lado, cada uma com um candeeiro.

Da minha janela vejo várias casas, muita vegetação, desde árvores a flores e o céu com várias nuvens.

Ouço o barulho da televisão da sala, do computador a trabalhar e o som que faço quando toco nas teclas do computador.

Sinto-me relaxada, concentrada e alegre.

Mafalda Frias

 

 

Estou em minha casa e da minha janela vejo o meu jardim.

Vejo, na relva verde, as primeiras flores da primavera a começarem a crescer, muito belas e perfumadas e, logo a seguir, o meu parque com o pequeno escorrega, três baloiços, um banco de madeira e uma rede pendurada em dois postes de madeira.

No céu azul, veem-se nuvens enormes e um sol amarelo e brilhante.

Vejo tamb√©m as minhas √°rvores, todas elas de diferentes frutas, lim√Ķes, laranjas, ma√ß√£s, rom√£s, cerejas e muitas mais.

Ouço o som dos pássaros a voarem e o dos tratores a trabalharem nas terras.

Penso que está um lindo dia de primavera. Sinto-me feliz e apercebo-me de que a vista da minha janela é maravilhosa.

 

Maria Granja

  


Profª Rosa Quinteiro

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6¬ļB – Trabalhos realizados em Cidadania e Desenvolvimento sobre a comemora√ß√£o do 1¬ļ de maio

Em 1886, os trabalhadores n√£o tinham direitos.

Os patr√Ķes, queriam ficar ricos, e s√≥ pensavam em dinheiro, portanto, os trabalhadores deviam trabalhar muito e durante muitas horas.

Eles trabalhavam de manhã à noite e para além de não ganharem muito dinheiro, não tinham pausas, não podiam ir à casa de banho nem para comer.

No dia 1 de maio de 1886 os trabalhadores revoltaram-se.

Três anos mais tarde, em 1889, eles reuniram-se e decidiram que aquele dia era para comemorar, o Dia do Trabalho.

A partir desse dia os trabalhadores come√ßaram a lutar pelos seus direitos, e os patr√Ķes passaram a n√£o ser t√£o duros com os seus trabalhadores.

     Mafalda Sousa de Frias                                       

 

 

Naquela altura, os trabalhadores trabalhavam demais e, por isso, andavam muitas vezes cansados.

Os patr√Ķes exigiam demais deles e s√≥ pensavam no dinheiro que iam ganhar para ficarem ricos.

Então, o dia 1 de maio comemora-se em homenagem ao esforço dos trabalhadores que, naquele dia, saíram à rua para reclamar os seus direitos.

Maria Granja Carvalho Pereira Amaral          

 

 

Um dia os trabalhadores estavam cansados de trabalhar tanto e com fome. Eles eram tratados como escravos.

Os patr√Ķes queriam que eles trabalhassem dando o seu m√°ximo para ficarem cada vez mais ricos.

No dia 1 de maio 1886 os trabalhadores em todas as fábricas revoltaram-se, mas esta revolta não correu bem. Três anos depois a 1 maio 1889 voltaram a revoltar-se.

A partir dessa data no dia 1 de maio comemora-se, para homenagear os trabalhadores.

Mariana

 

Há muitos anos os trabalhadores não tinham quaisquer direitos a não ser trabalhar muitas horas, sem descanso, não podiam fazer pausas para irem à casa de banho ou comer. Muitos de tão cansados acabavam por adormecer durante o trabalho.

Os patr√Ķes por seu lado, ainda achavam que eles trabalhavam pouco e exigiam que trabalhassem mais, para que eles pudessem ficar cada vez mais ricos.

O 1¬ļ de maio comemora-se, porque foi o dia em que os trabalhadores se uniram, para defenderem os seus direitos, acabando com os abusos nas horas de trabalho e de todas as imposi√ß√Ķes dos Patr√Ķes.

Unidos e em greve os patr√Ķes acabaram por ter de mudar de atitudes, sen√£o os trabalhadores iriam abandonar os postos de trabalho e os patr√Ķes n√£o iriam ser t√£o ricos.

  Francisco Rodrigues                                    

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6¬ļA – Trabalhos realizados em Cidadania e Desenvolvimento sobre a comemora√ß√£o do 1¬ļ de maio

O Dia do Trabalhador √© celebrado anualmente a 1¬ļ de Maio, sendo feriado em Portugal e em v√°rios pa√≠ses da Europa. N√£o √© um feriado mundial, embora seja cumprido em v√°rios pa√≠ses do mundo, como no Brasil.

A data remonta ao dia 1¬ļ de Maio de 1886, nos EUA, quando mais de 500 mil trabalhadores sa√≠ram √†s ruas de Chicago, numa manifesta√ß√£o pac√≠fica, exigindo a redu√ß√£o da jornada de trabalho para oito horas. Em consequ√™ncia, a pol√≠cia tentou dispersar a manifesta√ß√£o, ferindo e matando dezenas de oper√°rios.

Isaac

 

Assisti a um vídeo que mostrava os problemas que os trabalhadores enfrentaram antes do dia 1 de maio de 1886.

As horas de trabalho chegavam a quase 17 horas diárias e raramente havia pausas para alimentação e para irem à casa de banho.

Os patr√Ķes eram ambiciosos a ponto de obrigarem os trabalhadores a trabalhar mais s√≥ para seu pr√≥prio benef√≠cio e n√£o lhes pagavam o que deviam.

O dia 1 de maio foi estabelecido como o ‚ÄúDia do Trabalhador‚ÄĚ devido √†s manifesta√ß√Ķes em busca de melhores condi√ß√Ķes de trabalho, tal como diminuir 17 horas de trabalho para 8 horas di√°rias, entre outras regalias.

Beatriz Duarte

 

     Os problemas dos trabalhadores, eram não fazerem pausa, não poderem ir à casa de banho e trabalhavam quase as 24 horas.

Os trabalhadores estavam muito cansados de tantas horas de trabalho.

Um dia revoltaram-se era o dia um de maio de 1886. Desde esse dia ficou lembrado como o dia do trabalhador.

 Laura Da Costa Oliveira       

 

 

Porque o 1¬ļ de maio √© considerado o Dia do Trabalho?

Data tem origem em uma greve hist√≥rica, realizada em 1¬ļ de maio de 1886, nos Estados Unidos.

N√£o √© apenas no Brasil que o dia 1¬ļ de maio √© feriado.

Nesta data, os trabalhadores descansam (e tamb√©m realizam manifesta√ß√Ķes) na Am√©rica do Sul e no M√©xico, em quase toda a Europa Ocidental, na R√ļssia, na √ćndia, na China e na maior parte dos pa√≠ses da √Āfrica. A data foi escolhida em homenagem ao esfor√ßo dos trabalhadores dos Estados Unidos, que, num s√°bado, 1¬ļ de maio de 1886, foram √†s ruas das maiores cidades do pa√≠s para pedir a redu√ß√£o da carga hor√°ria m√°xima de trabalho por dia.

A luta dos manifestantes foi bem-sucedida: na virada do s√©culo 20, boa parte dos trabalhadores do pa√≠s j√° seguia o ritmo de 8 horas di√°rias ‚Äď antes, era comum os americanos ficarem nos empregos nada menos do que 100 horas por semana, o equivalente a aproximadamente 16 horas para cada um dos seis dias de ocupa√ß√£o.

A luta dos americanos foi reconhecida rapidamente na Europa, onde j√° em 1890 o Primeiro de Maio come√ßou a ser marcado por cerim√īnias e manifesta√ß√Ķes. Desde ent√£o, a data foi se difundindo por todo o mundo. Hoje √© celebrada em mais de 80 pa√≠ses ‚Äď no Brasil, o Dia do Trabalhador √© celebrado desde 1925. Curiosamente, nos pr√≥prios Estados Unidos, a data √© celebrada em uma ocasi√£o diferente, a primeira segunda-feira de setembro. Hoje este dia √© comemorado em todo o mundo.

Letícia

 

 

H√° algum tempo atr√°s os trabalhadores n√£o tinham condi√ß√Ķes de trabalho pois trabalhavam mais de 17h, n√£o tinham pausas para comer ou ir √† casa de banho.

No dia 1 de maio de 1886 foi iniciada uma greve na cidade de Chicago, nos EUA, com o objetivo dos trabalhadores de conseguirem condi√ß√Ķes, hor√°rios e sal√°rios. Mas a manifesta√ß√£o n√£o acabou bem, houve mortes e deten√ß√Ķes de trabalhadores e os que ficaram e outros que foram contratados para substituir os que tinham sido mortos ou detidos foram obrigados a trabalhar ainda mais.

Alguns anos mais, em 1889, a manifestação sem êxito de 1886 deu lugar à vitória dos trabalhadores que conseguiram reivindicar os seus direitos.

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A partir daí em todos os cantos do mundo passou-se a celebrar este dia. Em Portugal também é feriado para comemorar o dia que passou a ser O DIA DO TRABALHADOR.

Maria

 

¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† H√° muito tempo nos Estados Unidos da Am√©rica (EUA) em 1886, os trabalhadores eram escravizados a trabalhar dia e noite sem parar, nem sequer podiam fazer uma pausa. Os patr√Ķes sempre que iam l√°, diziam para trabalhar muito mais, ou seja, n√£o tinham liberdade para dizerem que n√£o era justo tantas horas de trabalho.

At√© que um dia (1¬ļ de maio), os trabalhadores fartaram-se de trabalhar e decidiram revoltar-se contra os patr√Ķes. Os trabalhadores eram muitos, e acabaram por ganhar a sua luta de trabalharem menos horas. Assim este dia, o 1¬ļ de maio comemora-se ‚ÄúO Dia do trabalhador‚ÄĚ.

  Matias Oliveira                                                    

Antigamente, os trabalhadores não tinham os mesmos direitos que agora. Eles não podiam descansar e trabalhavam mais de 17 horas por dia, não podiam fazer pausas para ir á casa de banho e também não podiam comer.

Naquela altura os patr√Ķes s√≥ se importavam com eles, e por isso n√£o respeitavam os direitos aos trabalhadores, queriam sempre mais, da capacidade dos trabalhadores. Os patr√Ķes tratavam mal os trabalhadores e nunca estavam satisfeitos.

O dia 1 de maio √© comemorado em mem√≥ria aos trabalhadores que se uniram e exigiram que tivessem condi√ß√Ķes de trabalho, direitos que pudessem fazer com que trabalhassem durante um tempo limitado, pudessem ter pausas para comer ou ir √° casa de banho.

Este dia é importante pois mostra que todas as pessoas merecem ver os seus direitos de trabalhadores respeitados.

Rafaela Amaral       

 

 

 

O 1¬ļ de maio, ou dia do trabalhador, √© uma data comemorada internacionalmente e dedicado aos trabalhadores.

A festa é hoje celebrada, no dia 1 de maio em quase todos os países do mundo.

Em 1886, uma greve foi iniciada em Chicago com o objetivo, de conquistar condi√ß√Ķes melhores de trabalho, como: Redu√ß√£o da jornada di√°ria para 8 horas, j√° que em imposi√ß√£o dos patr√Ķes era uma jornada que chegava a 17 horas de trabalho sendo quase uma escravatura.

Os trabalhadores manifestaram-se, o objetivo desta manifestação era reforçar o significado da data, como um dia de luta pelos próprios trabalhadores.

Essas lutas não foram em vão, pois, os trabalhadores de todo o mundo conquistaram uma série de direitos.

Tiago André

 

A cada ano, no primeiro dia do mês de maio, é comemorado o Dia Internacional Do Trabalhador em vários países.

A data serve para celebrar a classe trabalhadora e as conquistas trabalhistas. A escolha da data foi feita em homenagem a uma manifesta√ß√£o hist√≥rica realizada em 1886 por trabalhadores de Chicago,¬†cidade mais populosa dos Estados Unidos. Na √©poca as condi√ß√Ķes de trabalho eram desumanas. Sa√≠ram √†s¬†ruas manifestando a redu√ß√£o da carga hor√°ria de trabalho¬†(13 horas para 8 horas). Fizeram uma greve geral no pa√≠s¬†no dia 3 e 4 de maio deste mesmo ano, policiais¬†e manifestantes entraram em conflito, houve uma grande explos√£o, uma bomba matou e feriu tanto manifestantes como pol√≠cias. A pol√≠cia atirou contra os manifestantes, ferindo dezenas e causando algumas mortes. Os l√≠deres do movimento foram presos, sendo que alguns deles foram executados.

Os eventos acima descritos foram denominados como a revolta de Haymarket e inspiram a escolha da data para o Dia de Trabalho.

As manifesta√ß√Ķes ocorridas em Chicago serviram tamb√©m como s√≠mbolo da luta por direitos trabalhistas e inspira√ß√£o¬†para novos protestos em todo o mundo.

Assim, a data foi escolhida em muitos outros anos para novas manifesta√ß√Ķes. Muitas delas tamb√©m sofreram repress√£o policial, o que refor√ßou¬†o primeiro de maio como s√≠mbolo das reivindica√ß√Ķes pela amplia√ß√£o de direitos dos trabalhadores.

Historicamente a data foi ganhando cada vez mais import√Ęncia.

Martim Costa

 

O dia do trabalhador

O dia do trabalhador, dia internacional dos trabalhadores ou festa do trabalhador é uma data comemorativa celebrada todos os anos no dia 1 de maio em quase todos os países do mundo sendo em muitos deles considerado feriado.

Esta celebra√ß√£o teve in√≠cio no dia 1 de maio de 1886 com uma greve na cidade norte-americana de Chicago com o objetivo de conquistar condi√ß√Ķes melhores de trabalho, principalmente reduzir as horas di√°rias feitas pois muitas das vezes chegava as 17h di√°rias sendo que o pretendido e justo √© apenas 8h di√°rias.

Esta revolu√ß√£o fez com que atualmente as nossas condi√ß√Ķes de trabalho sejam melhores, com hor√°rios flex√≠veis pagamentos no prazo e melhoria de condi√ß√Ķes de trabalho.

CURIOSIDADE: Sabiam que a Nova Zel√Ęndia, Austr√°lia, Estados Unidos e Canada celebram este dia sem ser no dia 1 de maio, devido h√° diferencia de hor√°rios existentes eles celebram antes ou depois do dia 1.

A MINHA OPINI√ÉO: Na minha opini√£o esta mudan√ßa foi necess√°ria para o bem dos trabalhadores pois nem sempre trabalhar muitas horas em condi√ß√Ķes insuficientes trazem um trabalho bom e bem feito nem sempre quantidade significa qualidade e depressa e bem n√£o h√° quem.

  Mariana Almeida Correia

 

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A escola no tempo de Salazar

A escola durante o tempo de Salazar era muito diferente da dos nossos dias.

Perguntei aos meus avós que andaram na escola, entre os finais dos anos 40 a inícios da década de 60, em diferentes aldeias pertencentes ao Concelho do Sátão.

Os meus avós Paternos que são mais velhos, só foram obrigados a fazer a 3.ª Classe, que era a escolaridade obrigatória daquela altura. Os meus avós maternos já tiveram como escolaridade obrigatória a 4.ª Classe.

A escola era uma casa em pedra, com ch√£o em madeira, s√≥ tinham uma sala e um Professor que, ensinava todos os alunos, do 1.¬ļ ao √ļltimo ano. A Sala tinha nas paredes uma foto do Am√©rico Tom√°s, do Salazar e um Crucifixo. N√£o tinha qualquer tipo de aquecimento. Os alunos n√£o podiam falar de qualquer maneira e n√£o tinham direito de manifestarem as opini√Ķes deles, n√£o tinham qualquer liberdade de express√£o.

Os manuais escolares eram √ļnicos e duravam anos, passando de alunos para alunos, que n√£o podiam escrever neles. Escreviam em pedras que eram os cadernos deles.

Aos Professores chamavam ‚ÄúRegentes‚ÄĚ, eram antigos alunos que tinham a escolaridade obrigat√≥ria e que tinham apenas realizado um exame que lhes dava aptid√£o para darem aulas.

Os Professores eram muito exigentes, maus e violentos. Os meus avós contam que por errarem um exercício e estarem a conversar uns com os outros, levavam com réguas, eram colocados de castigo, em cima de areia, em joelhos e virados para a parede.

A minha avó materna que, vivia muito perto da Professora e a escola era numa aldeia vizinha, conta que a Professora tinha uma escalfeta para se aquecer, mas era a minha avó que tinha que a transportar todos os dias, para a escola e depois de volta para casa.

Alguns alunos reprovavam muitos anos e n√£o chegavam a concluir a escolaridade.

A minha avó materna que dos 4 avós é a mais nova, conta que no final da 4.ª classe vinham ao Sátão fazer o exame, sem o mesmo reprovavam, no final quem passava comprava foguetes, para quando chegassem à Aldeia, os deitarem para todos ficarem a saber quem tinha ficado bem ou mal. Continuidade de estudos não havia, a não ser para alguns rapazes que iam para os Seminários.

A Escola no tempo de Salazar nada tem a ver com a dos nossos dias, temos bons Professores, boas instala√ß√Ķes, temos liberdade de manifestar as nossas opini√Ķes, brincamos uns com os outros, temos tempos livres, novas tecnologias que deram um grande avan√ßo ao ensino. Ou seja, somos livres e felizes na Escola!

Francisco Rodrigues n.¬ļ 5¬† 6.¬ļ B